Puxada pela grande disponibilidade de elementos que compõem a alimentação animal, como soja, milho, caroço de algodão e sorgo, a região oeste da Bahia desponta como uma área propícia à criação de animais para corte, sobretudo gado. É por lá, mais precisamente na cidade de Luís Eduardo Magalhães, que está instalado o maior confinamento de boi do Nordeste brasileiro, com capacidade estática de 50.000 animais e tecnologias empregadas para um excelente manejo operacional, como aponta o recente levantamento sobre pecuária organizado pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).
É no oeste baiano que estão concentrados os maiores cultivos de grãos do Nordeste. Por lá, há também uma extensa malha viária, que facilita a logística de chegada e escoamento. Na safra 2022/2023, foram mais de 13 milhões de toneladas, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). E são essas commodities as mais utilizadas para alimentar os animais confinados. A proximidade lavoura-pecuária acaba por reduzir custos e otimizar o aproveitamento dos grãos para essa atividade.





