Morreu aos 55 anos, em Salvador, o músico juazeirense Luis Henrique da Silva Pereira, Luisão Pereira.
Luisão vinha lutando, desde o ano de 2017, contra um câncer de mieloma múltiplo. Ele residia em Salvador enfrentou a doença com muita coragem e se valendo da música no processo de tratamento.
Como disse Luisão a jornalista Sibelle Fonseca, em uma entrevista publicada em junho do ano passado, preferindo “fazer música ou piada!”.
Nascido e criado em Juazeiro da Bahia, Praça da Bandeira, Luisão era filho do médico Dr. Humberto do Semec e de Dona Neide. Irmão de Tatau, Carmen e Humbertinho.
O sepultamento do músico será neste domingo (10), às 16h30, no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador.
O PNB lamenta profundamente a partida do querido Luisão Pereira e se solidariza com sua família e demais amigos neste momento de dor.
Segue na luz, Luisão! Sua existência honrou a humanidade!
Trajetória
Luisão Pereira nasceu em Juazeiro da Bahia, no dia 29 de julho de 1968. Irmão de Antônio Carlos Tatau, cantor e compositor, e sobrinho de um dos baluartes do samba baiano, Ederaldo Gentil, Luisão se criou na música, vive da música e para a música. Firmou seu nome na história da Música Popular Brasileira e segue se alimentando dela, se curando com ela, produzindo e transcendendo através de suas suas criações.
Músico, compositor e produtor brasileiro, navegou em vários instrumentos e, inicialmente, escolheu o rock como forma de expressão. Fundou a Cravo Negro e ganhou a cena baiana. Ao lado da banda Penélope, conquistou indicações a dois prêmios Multishow de Música Brasileira e quatro indicações ao VMB, o prêmio da MTV. Com a Penélope fez centenas de shows pelo país.
Gravou, arranjou, tocou os mais diversos instrumentos, conquistou vários prêmios, se apresentou em grandes palcos e produziu discos e shows de artistas como Los Hermanos, Nação Zumbi, Zé Manoel, Mombojó, Elza Soares, Titãs, Paralamas do Sucesso, Tom Zé, Banda do Mar, Marcelo Camelo, Bruno Capinan, Canto dos Malditos, Leoni, entre tantos outros.
Redação PNB





