Acontece nesta quarta-feira (13), a partir das 14h30, no Fórum Conselheiro Luiz Viana, em Juazeiro, na região Norte da Bahia, a audiência de instrução e julgamento de Maicon Neves dos Santos, acusado de ter efetuado os disparos de arma de fogo que mataram a professora Élida Márcia. O crime ocorreu no dia 20 de fevereiro de 2019, no município de Juazeiro, na região Norte da Bahia.
Maicon Neves passou anos foragido da justiça e foi preso no dia 31 de outubro de 2024, no Estado de Goiás.
“Quando ele foi abordado por policiais da Rotam, ocasionalmente, usava o nome de Cosmo, isso para se manter foragido da Justiça. Ele estava em um veículo e levantou atitude suspeita da equipe, que fez a abordagem. Como demonstrou nervosismo e, diante das técnicas policiais do Batalhão da Rotam, foi possível verificar que ele estava mentindo e não possuía identidade. Fomos até a residência que ele falou que estava morando, onde também não mostrou a identidade. Conduzimos para a Delegacia de Polícia, onde foi feita a identificação dele e descobriu-se que tratava-se, na verdade, do Maicon, que estava foragido. Levantamos toda a situação dele e chegamos até esse homicídio ocorrido no estado da Bahia. Ele estava foragido aqui no estado de Goiás desde 2019”, contou ao PNB, o Tenente Herrero, comandante da guarnição da Rotam de Goiás na época da prisão.
Baralho do Crime
A acusada de ser a mandante do crime, Edvania Pereira de Morais, conhecida como “Vaninha”, teve um relacionamento com o marido da vítima e teria planejado a morte de Élida por não se conformar com o fim do seu relacionamento. Ela continua foragida e com mandado de prisão em aberto.
Ainda no ano do crime, ela foi adicionada ao Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública da Bahia, como a ‘Oito de Paus’.
O Baralho do Crime completo pode ser acessado no site da SSP-BA. Quem tiver informações sobre a foragida pode entrar em contato com a polícia através do Disque Denúncia, por meio dos telefones de números (71) 3235-0000 (capital) e 181 (interior).
Redação PNB








