O deputado federal Capitão Alden (PL-BA) atualizou a situação da Anistia aos envolvidos e presos nos atos de 8 de janeiro de 2023, que também inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), que é réu no STF (Supremo Tribunal Federal), por tentativa de golpe de Estado.
Além de Bolsonaro, outros sete aliados integram o chamado ‘núcleo 1’ da trama golpista. O julgamento começou no dia 2 de setembro e deve durar até o dia 12 do mesmo mês. A defesa do ex-presidente já se pronunciou.
Ao bahia.ba, Alden declarou que a anistia não pode ser seletiva nem casuística, ou seja, para o parlamentar, a pauta defendida por apoiadores do ex-presidente não poder ser tratada como um método de raciocínio baseado em casos e nem deve curvar-se ao medo de supostas ações impostas pelo STF.
“Todos que foram alvo de abusos e excessos judiciais após os atos de 8 de janeiro devem ser incluídos, inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro. O Parlamento não pode se submeter ao medo de represálias do Supremo Tribunal Federal, porque nossa função é legislar em nome do povo brasileiro”, disse o vice-líder da oposição ao bahia.ba.O político defendeu uma discussão ampla da pauta no Congresso Nacional e afirmou que a medida pode ser positiva, visando a pacificação nacional, que pode restabelecer a democracia.
“A Câmara e o Senado devem discutir o mérito da proposta com independência, e não com base em pressões externas. Defender uma anistia plena é defender a pacificação nacional e o restabelecimento do Estado de Direito”, explicou Alden.








