Em entrevista ao repórter Irenildo Santos, do Vale Comentar, o superintendente regional da Codevasf, Nino Rangel, falou sobre as obras executadas em Curaçá e comentou a repercussão política gerada nas redes sociais do município. Segundo Nino, a Codevasf tem trabalhado para retomar e concluir obras paralisadas, a exemplo de uma que estava há 11 meses sem andamento.
“Em Curaçá, a gente retornou e finalizou a obra. Quando estive lá, avisei que outra empresa chegaria para dar continuidade a mais um projeto, e, nesta sexta-feira, já estamos concluindo”, explicou o superintendente.
Questionado sobre as discussões políticas em torno da origem da emenda que financiou a pavimentação, Nino destacou que o foco do governo federal é garantir que os recursos se transformem em benefícios concretos para a população, independentemente de quem seja o autor da emenda. “Existe uma disputa política, isso é normal nas cidades, mas o meu papel e o papel do governo federal — como espera o presidente Lula — é executar e levar o benefício para a população. Seja em doação, pavimentação ou qualquer outra ação, nosso compromisso é com o povo”, afirmou.
O superintendente também reconheceu o empenho da vereadora Graciane, que solicitou o recurso ao deputado Elmar Nascimento, responsável pela emenda. “Ela é uma vereadora lutadora, que há muito tempo vem buscando essa emenda. A pavimentação já deveria ter sido executada, e a gente foi buscar para que acontecesse de fato”, destacou Nino, lembrando que o prefeito Murilo Bomfim (Burego) também mencionou publicamente a participação da parlamentar e o empenho do deputado.
Sobre a execução da obra, Nino explicou que havia uma discussão sobre onde o asfaltamento seria realizado — entre o centro da cidade e a comunidade de Riacho Seco. A vereadora Graciane, segundo ele, defendeu que a obra ocorresse no distrito, e a decisão foi apoiada por todos os vereadores e pelo prefeito. “Ela fez questão de dizer que tinha que ser em Riacho Seco. E minha alegria foi ver que todos os vereadores e o prefeito concordaram que o recurso deveria ser investido lá, fechando as ruas que faltavam. No centro também é importante, mas o investimento precisava chegar a quem mais precisa”, ressaltou.








