O pai da jovem petrolinense Emilly Yasmyn, de 24 anos, encontrada morta no último sábado (6) em uma área de mata na estrada da Alegria, Zona Sul de Teresina (PI), cobrou justiça pela morte da filha. Emilly estava desaparecida havia quase uma semana.
Em entrevista ao Jornal do Piauí, Charles Oliveira contou que mantinha contato frequente com a filha. Ele relatou que Emilly havia saído de casa ainda jovem e morava sozinha. Segundo o pai, a família falou com ela pela última vez na sexta-feira (5), quando ela comentou sobre a viagem a Teresina. Oliveira disse que a mãe da jovem tinha receio em relação ao local para onde ela iria.
O pai viajou a Teresina para acompanhar os trâmites de liberação do corpo e realizou coleta de material genético para auxiliar na identificação. O corpo deve permanecer de 10 a 12 dias no Instituto Médico Legal (IML) para a realização de perícias.
De acordo com o delegado Jorge Terceiro, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), dois homens identificados como Hilton Candeira Carvalho, de 37 anos, e Carlos Roberto da Silva Sousa, o “Neném”, de 28, confessaram participação no crime. Segundo a polícia, eles relataram que mataram a vítima e atearam fogo no corpo para tentar ocultar o cadáver.
Emilly desapareceu na madrugada de 30 de novembro, após sair da casa de uma amiga na zona Sul de Teresina, onde estava hospedada. Familiares informaram que ela viajou de Petrolina a Teresina após receber dinheiro enviado por um homem que teria conhecido por meio de um aplicativo de relacionamentos. A última localização enviada por ela a uma amiga foi registrada por volta de 1h da manhã. Depois disso, o celular deixou de responder a chamadas e mensagens. Hilton e Carlos Roberto estão presos.








