O pré-candidato a governador da Bahia, ACM Neto (UB), afirmou nesta terça-feira (14), em entrevista à rádio Baiana FM, que pretende adotar uma postura em relação aos governos do PT no estado, ao mesmo tempo em que defende a necessidade de renovação na gestão pública baiana.
Durante a entrevista, Neto destacou que não pretende fazer uma oposição baseada apenas em críticas generalizadas.O ex-prefeito também afirmou que, caso seja eleito, pretende manter iniciativas que considera positivas.
“Eu não tenho nenhuma dificuldade, caso seja eleito governador da Bahia, de manter coisas que são positivas, de dar continuidade a obras que tenham sido iniciadas, de avançar em projetos que eventualmente tenham relevância para as pessoas”, disse.
Apesar disso, ACM Neto reforçou a necessidade de mudança após duas décadas de administrações petistas no estado.
“Agora, eu vou chegar com uma ótica diferente, com oxigênio novo. Porque depois de 20 anos, os vícios são maiores do que as virtudes. E a Bahia precisa exatamente de novas ideias, de gente que venha para pensar fora da caixa”, afirmou.
Ao citar sua experiência à frente da Prefeitura de Salvador, ele relembrou o início da gestão em 2013.
“Ali a gente juntou uma equipe de pessoas competentes, qualificadas, e é o que eu pretendo fazer, porque eu só tenho um compromisso, é o compromisso com o acerto”, pontuou.
ACM Neto também destacou os índices de aprovação obtidos ao final de seus dois mandatos como prefeito.
“Eu fui oito anos prefeito de Salvador, saí com uma grande avaliação, mais de 80% de aprovação. Eu não posso ser governador da Bahia para fazer nada diferente disso. Eu não quero comprometer a minha história e o meu currículo”, disse.
Ainda na entrevista, o pré-candidato fez críticas à situação atual enfrentada pela população baiana.
“Eu sei o tamanho da minha responsabilidade. Agora, quero juntar gente boa, que pense com criatividade, que traga ideias novas, que traga soluções para problemas antigos e não será com as mesmas práticas que nós vamos resolver problemas que só se acumulam ao longo dos últimos anos, porque o baiano hoje, ele vive com medo, ele vive na fila e ele vive no aperto”, concluiu.







