Líder da bancada de oposição na Câmara Municipal de Salvador, o vereador Randerson Leal (Podemos)
Líder da bancada de oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), o vereador Randerson Leal (Podemos) elevou o tom nesta quarta-feira (22) contra as novas medidas de controle de acesso implementadas no Aeroporto Internacional de Salvador. Em entrevista à imprensa, ele voltou a criticar a instalação de guaritas e catracas que preveem a cobrança de quem utiliza o meio-fio para embarque e desembarque após um período de apenas 10 minutos.
“Fui lá pessoalmente questionar como chegaram a esse tempo. Dez minutos não dá para buscar ou desembarcar ninguém. Ali é um ambiente público, uma concessão federal, e para cobrar qualquer taxa tem que ter permissão”, declarou. O vereador estendeu a queixa aos valores que são praticados em outros estabelecimentos da capital baiana, ao citar que pagou R$ 45 por pouco mais de uma hora no aeroporto e R$ 22 em uma visita rápida à Bienal do Livro.
Para tratar do impasse, o vereador disse que o diretor-presidente da concessionária do aeroporto se colocou à disposição para prestar esclarecimentos. “Estamos solicitando à Comissão de Defesa do Consumidor uma audiência pública para ouvir da administração o porquê dessas cancelas”, acrescentou.
Ao ser indagado sobre as eleições deste ano, Leal esclareceu os rumores sobre sua possível candidatura à Câmara Federal e revelou que apesar das articulações iniciais lideradas pela presidente nacional do Podemos, Renata Abreu, permanecerá focado em seu mandato no Legislativo soteropolitano e na articulação política no Estado.
“Infelizmente, não tivemos a possibilidade de fazer a nominata [federal] e o projeto não avançou. Obviamente, não sairei candidato a deputado federal. Irei focar e coordenar a campanha de reeleição do meu pai, deputado estadual Roberto Carlos (PV), para que possamos avançar não só em Salvador, mas em toda a Bahia”, concluiu.







