Durante o 2 de Julho, governador defendeu o legado do PT em Feira de Santana e cobrou contrapartida da prefeitura para o Hospital do Câncer
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), reagiu com ironia e pragmatismo, nesta quinta-feira (2), à declaração de apoio do ex-prefeito e liderança de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Durante o tradicional cortejo do 2 de Julho, em Salvador, Jerônimo minimizou o movimento da oposição, mas fez questão de carimbar as principais obras do município com a marca das gestões petistas.
“Faz parte. Cada um escolhe a garra que gosta. Se Zé Ronaldo está dizendo que o dele vai ser Flávio Bolsonaro ou Caiado, paciência. Ele está fazendo a escolha. Eu só espero que o povo brasileiro, o povo da Bahia e o povo de Feira saibam qual é a escolha dele”, afirmou.
Jerônimo desafiou a oposição a apontarem grandes intervenções em Feira de Santana que não tenham contado com o suporte dos governos do PT .
“Qual é o presidente que cuida da pobreza? Qual é o presidente que gosta da Bahia? Qual foi a obra que foi feita em Feira de Santana nos últimos 10 anos que não tenha tido o dedo do governo do PT, do governo do presidente Lula, do de Wagner, do de Rui?”, questionou.
Em seguida, o governador listou projetos estruturantes na cidade, como saneamento básico, universalização de água, esgotamento sanitário, habitação e a requalificação da Lagoa Grande, além do Centro de Convenções e o fortalecimento da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). “Tudo isso é o PT que faz”, disparou.
O petista voltou a falar sobre a construção do Hospital do Câncer em Feira de Santana e aproveitou para cobrar publicamente o engajamento financeiro da prefeitura gerida pelo grupo liderado por Zé Ronaldo.
“Ele tem o direito pleno de escolher. Nós estamos fazendo lá em Feira de Santana o hospital do câncer. Inclusive estamos aguardando para ver quanto é que a prefeitura vai entrar com recursos para contrapartida desse hospital”, alfinetou o governador.









