Segundo o deputado, a reação à emenda revelou que a esquerda prefere transformar a pauta das mulheres em instrumento de censura, em vez de apoiar medidas que punam criminosos com mais rigor.
A emenda apresentada pelo deputado federal Capitão Alden ao PL da Misoginia provocou forte reação de parlamentares de esquerda. Para o deputado, a prioridade do Congresso deve ser aprovar medidas que garantam punições mais severas para quem pratica crimes contra as mulheres, e não ampliar mecanismos que, segundo ele, podem restringir direitos e liberdades constitucionais.
De acordo com Alden, sua emenda aperfeiçoa o projeto ao tornar mais objetiva a responsabilização de quem pratica discriminação e violência contra as mulheres, preservando, ao mesmo tempo, garantias constitucionais como a liberdade religiosa, política e filosófica.
O parlamentar também destacou que a própria relatora da matéria reconheceu, em seu parecer, a necessidade de ajustes no texto original, apontando problemas de interpretação e de aplicação prática. Para o deputado, isso demonstra que o projeto precisava ser aperfeiçoado para garantir maior segurança jurídica.
Capitão Alden afirmou que adversários políticos passaram a divulgar que sua emenda defenderia o racismo, acusação que classificou como “uma insanidade”. Segundo ele, essa narrativa distorce completamente o conteúdo da proposta.
“Eles leram a emenda, perceberam que o objetivo era punir de forma mais efetiva quem pratica crimes contra as mulheres e, em vez de discutir o mérito da proposta, criaram uma narrativa para tentar me atacar. Chegaram ao absurdo de dizer que eu estaria defendendo o racismo, quando minha emenda faz exatamente o contrário: busca dar mais segurança jurídica e garantir que os verdadeiros criminosos sejam punidos”, afirmou.
Para o deputado, a reação à proposta evidenciou uma contradição da esquerda. Segundo Alden, em vez de apoiar medidas que endureçam as penas contra criminosos, setores da oposição preferiram concentrar os ataques na emenda, desviando o debate sobre o fortalecimento da proteção às mulheres.
“A verdadeira defesa das mulheres passa por colocar criminosos na cadeia, endurecer as penas e garantir justiça às vítimas. Narrativas não salvam vidas”, concluiu Capitão Alden.




