O PDT (Partido Democrático Trabalhista) oficializou o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito deste ano. A convenção partidária da sigla, que marcou o anúncio, aconteceu nesta segunda-feira (20).
Entre outras composições estaduais, a aliança entre os partidos garantiu o apoio de Lula e do PT às pré-candidaturas de Juliana Brizola (PDT) e Requião Filho (PDT) aos governos estaduais do Rio Grande do Sul e do Paraná, respectivamente. As informações são da CNN.
Após a reunião que definiu o apoio do PDT a Lula, a sigla organizou um ato político na sede da legenda, em Brasília. Além do presidente da República e de Carlos Lupi, presidente do PDT, o evento contou com a presença dos principais quadros do partido ao redor do Brasil.
O PDT esteve no centro de uma das principais crises do governo Lula 3. Carlos Lupi era o ministro da Previdência quando foram reveladas as fraudes bilionárias no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O dirigente indicou Alessandro Stefanutto – recentemente indiciado pela PF (Polícia Federal) – à presidência da autarquia.
PDT volta ao palanque de Lula
É a primeira vez em 12 anos que o PDT apoiará um presidenciável petista já no 1° turno. A última vez se deu em 2014, quando a legenda esteve na coligação de Dilma Rousseff, que venceu a reeleição na ocasião.
Nas últimas duas eleições gerais, o PDT decidiu lançar Ciro Gomes à Presidência. Em 2018, a sigla comandada por Carlos Lupi anunciou “apoio crítico” a Fernando Haddad (PT) no 2° turno diante de Jair Bolsonaro (PL); em 2022, optou por Lula, também diante de Bolsonaro.
Ciro Gomes deixou o PDT no final de 2025 e se filiou ao PSDB. Pré-candidato ao governo do Ceará, ele tenta voltar ao comando do estado e negocia uma composição com o PL de Jair e do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).




