O deputado estadual Diego Castro (PL) participou da Convenção Partidária do União Brasil, realizada nesta quarta-feira (22), no Centro de Convenções, em Salvador, e afirmou que o principal objetivo da aliança é derrotar o Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições de 2026, sem declarar abertamente apoio a ninguem que não seja o candidato ao senado, João Roma (PL), e o senador e candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL).
“Nós estamos nesse momento unidos pra tirar o mesmo inimigo, né? Que é o PT”, afirmou. Durante o evento, o parlamentar destacou que era necessário um “aceno concreto” por parte do candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), para fortalecer o diálogo entre as duas legendas. Segundo o parlamentar, a aproximação entre PL e União Brasil permitiu a abertura de conversas sobre pautas consideradas prioritárias por sua base política, como liberdade econômica, defesa da fé cristã, direito à propriedade e segurança pública.
Diego Castro afirmou que ainda há pontos a serem discutidos, mas avaliou que o diálogo representa um avanço na relação, ainda mais para ter mais apoio na Bahia para Bolsonaro. “Nós tivemos uma abertura de diálogo pra discutir coisas que incomodavam a nossa militância […] Claro que há muita coisa ainda a avançar nesse sentido, mas deixar claro que, acima de tudo, aqui na Bahia nós vamos trabalhar pelo nome de FlávioO deputado afirmou que não pretende subir em palanques de outros pré-candidatos ao Palácio do Planalto. “Deixar claro também que não há hipótese nenhuma de eu subir em palante de Romeu Zema, de Ronaldo Caiano, muito menos da direita entorpecentes do Renan Santos, que se diz de direita. Nós temos um candidato, é Flávio Bolsonaro”, declarou.O deputado também comentou sobre uma possível visita do senador à Bahia, mas disse que ainda não há data definida. De acordo com Diego Castro, a agenda será organizada em conjunto com o presidente estadual do PL, João Roma, conforme a disponibilidade de Flávio.
O parlamentar afirmou que gostaria de receber o pré-candidato no dia 7 de Setembro, embora considere improvável a presença dele em razão de compromissos já previstos em São Paulo. “O nosso desejo é o 7 de setembro, que é uma data simbólica, mas eu creio que já tem agendas nessa data programada, a Paulista é um campo importante”, disse.




