Filha do goleiro Bruno nasce em Varginha

Foto: Reprodução/Instagram
O goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza é pai novamente. O advogado Fábio Gama, que é o atual representante de Bruno, confirmou que a menina Isabella, filha de Bruno com a dentista carioca Ingrid Calheiros, nasceu na noite desta quarta-feira no Hospital Regional de Varginha, no Sul de Minas. É o quarto filho de Bruno, que já tem outras duas filhas com a ex-mulher Dayane Rodrigues, e também é pai de Bruninho, o filho que teve com sua ex-amante, Eliza Samudio.

Segundo Fábio Gama, Ingrid só deve sair do hospital com a filha amanhã à tarde. O advogado disse que ela tem autorização judicial para frequentar o Núcleo de Capacitação para Paz (Nucap) de Varginha, onde Bruno trabalha com assessoria esportiva e aulas para crianças que são filhas de detentos da cidade. Por isso, Bruno poderá ver a filha normalmente quando a família estiver no Nucap, conforme o advogado. “Eu estava em Três Corações, vou agora visitar a Isabella e pretendo passar ainda hoje para encontrar o Bruno no Nucap, mas é possível que ele já esteja sabendo desde cedo”, afirma.
Bruno chegou a ser condenado a 22 anos e três meses por homicídio triplamente qualificado de Eliza Samudio, além do sequestro do filho Bruninho e ocultação de cadáver da ex-modelo. Porém, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais derrubou a condenação por ocultação de cadáver, reduzindo a pena do goleiro para 20 anos e nove meses. A defesa sustenta que Bruno já cumpriu o suficiente para pleitear a progressão de regime, do fechado para o semiaberto.

Por falta de estrutura em Varginha, Fábio Gama diz que em caso de confirmação da progressão, Bruno passaria para prisão domiciliar, onde ele trabalharia durante o dia e poderia dormir em casa.
O goleiro havia deixado a cadeia em 24 de fevereiro de 2017, depois que o ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF) deferiu um pedido de soltura feito pela defesa. Pouco depois, assinou contrato com o Boa Esporte, de Varginha, no Sul de Minas, em uma negociação cercada de polêmica, que levou ao afastamento de todos os patrocinadores do clube. Bruno ficou preso por seis anos e sete meses, desde julho de 2010, inicialmente por medida cautelar e depois preventiva, após ser apontado como mandante do sequestro, cárcere privado e morte de El

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