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Preso há quase um mês no presídio de Bangu 8, no Complexo de Gericinó, no Rio de Janeiro, o ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR) é acusado de chefiar uma organização criminosa que extorquia dinheiro de empresários e de receber suborno da JBS.
Segundo Carlos Azeredo, o advogado do político, “Ele está bem. Está um pouco irresignado da injustiça”. Através de uma carta escrita à mão enviada à direção do presídio na sexta-feira (15), Garotinho avisou que iria iniciar um “jejum por tempo indeterminado”, embora o presídio considera que se trata de uma greve de fome. No texto, Garotinho pede para ser ouvido pelo Conselho Nacional de Justiça. A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) confirmou que ele vem recusando a alimentação nos últimos dias.









