sábado, 7 de novembro
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“A família Bolsonaro tem relação estreita com isso”, diz Marcelo Freixo sobre avanço do crime no Rio

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura
Bnews - Divulgação
Marcelo Freixo lançou em Salvador, nesta quinta-feira (11), o livro “Viver é perigoso”  |   Bnews - Divulgação Reprodução

Por Héber Araújo e Davi Lemos

O ex-presidente da Embratur e ex-deputado federal, Marcelo Freixo (PT/RJ), disse que a crise política no Rio de Janeiro que, como destacou, quase deixou que um governador ligado a Comando Vermelho assumisse, é da direita e que a família Bolsonaro estaria estreitamente ligada ao avanço do crime organizado no estado.

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“Hoje o Rio de Janeiro não tem um governador eleito pelo Comando Vermelho porque a Polícia Federal agiu e prendeu o Rodrigo Bacelar. Por que o Claudio Castro saindo, o presidente da Assembleia assumiria; o presidente da Assembleia foi preso por relações com o Comando Vermelho. Seria o ápice nós termos um governador eleito representando o Comando Vermelho no governo”, disse Freixo, nesta quinta-feira (11), em Salvador. O petista lançou o livro “Viver é perigoso”, com tarde de autógrafos e debate gratuito.

“Hoje a gente precisa enfrentar o debate da segurança pública com a grandeza que ele tem na vida das pessoas. Tem que retomar território. O Rio de Janeiro tem mais de 4 milhões de pessoas que vivem em um lugar onde a Constituição de 1988 não vale. Vale o que a milícia ou o que o tráfico determinam: não é possível que a gente ache que isso é normal”, comentou Marcelo Freixo.

O ex-deputado ainda pontuou que o combate ao crime organizado foi realizado pela esquerda. “Se teve alguém que enfrentou o crime organizado de verdade fomos nós. Não foi a direita. A direita no Rio de Janeiro semeou o crime organizado, fez parte do crime organizado. Nessa crise política no Rio, são todos de direita. A última governadora de esquerda foi Benedita da Silva, a única que não foi presa, a única que não foi afastada. A crise é da direita; essa crise não é nossa. Se teve alguém que alimentou o crime no Rio de Janeiro foi a direita, e a família Bolsonaro tem uma relação estreita com isso”, declarou Freixo.

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