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A investigação contra a promotora, o estupro coletivo de alunas e a volta do marido à prisão

Por Rogenilson Reis 3 min de leitura

O Ministério Público da Bahia (MPBA) abriu uma comissão exclusiva para apurar novas denúncias contra a promotora Aline Curvêlo Tavares de Sá, titular da 13ª Promotoria de Execução Penal de Juazeiro. A primeira acusação veio de uma ex-assessora, que relatou ter sido obrigada a assinar pedidos de prisão e denúncias em nome da promotora.

O caso é investigado pela Corregedoria e pelo Conselho Nacional do MP. Servidores de outras comarcas teriam relatado ainda supostos episódios de homofobia e capacitismo.

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Fontes indicam que Aline não seria bem quista entre os pares, com movimentações internas para representá-la. O MPBA foi procurado para se posicionar.

Leia também: Juazeiro: Confira bairros com falta de água neste sábado (07), segundo o SAAE

Ex-assessora acusa promotora do MPBA de ordenar uso de assinatura eletrônica em seu lugar Crédito: Redes sociais

Ex-assessora acusa promotora do MPBA de ordenar uso de assinatura eletrônica em seu lugar

Ex-assessora acusa promotora do MPBA de ordenar uso de assinatura eletrônica em seu lugar por Reprodução

Inquérito sobre estupro coletivo não foi concluído

Mais um episódio de misoginia juvenil chamou atenção recentemente. Alunos do Colégio São Domingos, em São Paulo, foram suspensos após criar uma enquete no WhatsApp para eleger as “meninas mais estupráveis”. O caso lembra outro, de setembro de 2024, no Colégio Militar de Salvador, em que estudantes planejaram um estupro coletivo e manipularam imagens de 17 alunas com inteligência artificial.

A investigação ficou a cargo da DERCCA. Procurada, a Polícia Civil informou que realiza diligências para esclarecer os fatos e responsabilizar os suspeitos. Um ano depois, o caso segue sem conclusão, levantando questionamentos sobre impunidade.

Casos semelhantes, como a prisão de cinco estudantes no Rio por agressão sexual coletiva, reforçam a necessidade de políticas mais rigorosas nas escolas.

Colégio Militar de Salvador

Colégio Militar de Salvador Crédito: Divulgação

Inquérito sobre estupro coletivo não foi concluído

Colégio Militar: estudantes planejavam estupro coletivo de colegas por Divulgação

Exumação pode prender novamente o marido

O corpo da professora Nérica França da Conceição, 52 anos, vítima de feminicídio em Salina das Margaridas, foi trazido para Salvador, para exumação no Departamento de Polícia Técnica, pois o DPT de Santo Antônio de Jesus não tem os recursos tecnológicos necessários.

Os restos mortais foram desenterrados na quarta (18).

O exame pode levar novamente à prisão o marido da vítima, liberado pela justiça por falta de provas.

Nérica França Crédito: Reprodução/ Redes sociais

Corpo de professora será exumado

Professora é desenterrada para exumação em Salvador por Alonso Guimarães

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