sábado, 7 de novembro
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Polícia

Ação da PF na prefeitura de Petrolina repercute nacionalmente

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

Continua repercutindo nas grandes redes de comunicação do País a ação da Polícia federal, realizada nesta manhã (13) na prefeitura de Petrolina, no bojo da Operação Contrassenso, que investiga possível prática dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, fraude em licitação, falsidade ideológica e organização criminosa através de contratações.

Cerca de 150 policiais federais e auditores da Controladoria Geral da União ( CGU) cumpriram 33 mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça Federal.

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A Revista Época destacou que a ação foi realizada numa prefeitura comandada pelo filho do líder do Governo Bolsonaro, no Senado Federal, Fernando Bezerra Coelho: “PF FAZ OPERAÇÃO NA PREFEITURA DE FILHO DE LÍDER DO GOVERNO BOLSONARO”, destacou a revista de circulação nacional. A revista destaca que, segundo a PF, “há indícios de irregularidades no fornecimentos de kit escolar entre os anos de 2015 e 2020, com dinheiro do Fundeb”.

Leia também: Polícia prende homem por homicídio e violência doméstica em Petrolina (PE)

O G1 publicou a ação em Petrolina e os desdobramentos com buscas e apreensões também em Recife e Minas Gerais. 

A Agencia Brasil destacou que “as As investigações apontam pagamento de possível propina, através de transferências bancárias em favor de terceiros, indicada por um dos servidores investigados, além de demonstrar um frequente contato entre os servidores públicos e os líderes do grupo econômico, principalmente em atos referentes ao pagamento da prefeitura às empresas do grupo”, anotaram.

No site da Polícia Federal, em Pernambuco, que auditoria realizada pela CGU apontou evidencias do uso de empresas de fachada para “burlar o processo licitatório”, dentre outras irregularidades: “A CGU realizou auditoria em parte das contratações, apontando evidências dos artifícios utilizados pelo grupo empresarial para burlar os processos licitatórios, em especial o uso de empresas de fachada criadas em nome de interpostas pessoas (laranjas)”, pontuaram.

Consultada pela redeGN, a Assessoria de Comunicação da prefeitura de Petrolina informou que está tomando conhecimento dos fatos para publicar esclarecimentos.Da redação redeGN

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