domingo, 8 de novembro
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeZé do Sertão

#AglomeraBrasil: juíza defende aglomeração durante Réveillon e advogado pede que CNJ apure conduta irresponsável da magistrada

Por Rogenilson Reis 3 min de leitura

Em uma publicação nas redes sociais a juíza Ludmila Lins Grilo, que atua em Buritis, Minas Gerais, defendeu a aglomeração de pessoas em meio à pandemia da Covid-19.

A magistrada, apoiadora de Bolsonaro, ignorando os esforços do CNJ, das autoridades sanitárias e dos profissionais da saúde, defendeu abertamente as aglomerações nas praias e festas do litoral brasileiro, principalmente durante o Réveillon.

PublicidadePrefeitura de Capim Grosso

“Uma cidade que não se entregou docilmente ao medo, histeria ou depressão”, diz a magistrada em um vídeo que mostra pessoas reunidas em Búzios, no Rio de Janeiro, escreveu Grilo no Twitter.

Leia também: SAAE combate ligações clandestinas e retoma abastecimento do Park Jatobá e Park Residencial

Em outra postagem, ela chegou a utilizar a hashtag #AglomeraBrasil.

O advogado José Belga Assis Trad pediu que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apure a conduta da juíza.

De acordo com a peça encaminhada ao CNJ, ao se manifestar contra as recomendações das autoridades sanitárias, embora não tenha formação e não seja médica sanitarista, acaba por confundir o público em relação à opinião pessoal da magistrada e da própria magistratura.

“Mais ainda, as pessoas que nela confiam por ser uma autoridade integrante do Poder Judiciário certamente serão influenciadas por sua irresponsável e inconsequente manifestação, que, de tão absurda, pode estar a configurar crime de apologia à infração de medida sanitária preventiva”, escreveu o advogado.

No documento que pede a apuração de eventual infração ético disciplinar por parte de Grilo, Trad destaca que o Código de Ética da Magistratura Nacional impõe uma série de restrições e exigências aos juízes, entre elas a de que o magistrado se comporte na vida privada de modo a dignificar a função.

Histórico de Ludmila Lins Grilo

Em 2020, Grilo foi alvo de um processo no CNJ por publicar uma imagem no Instagram, em que aparece acompanhada de outras mulheres, supostamente apoiando uma manifestação em favor do presidente Jair Bolsonaro.

O caso acabou arquivado pelo ministro Humberto Martins, que entendeu não existir justa causa suficiente para a instauração de reclamação ou processo administrativo disciplinar.

Em março de 2020, a juíza mineira foi citada em uma reportagem publicada pelo site The Intercept Brasil, por seus posicionamentos alinhados à extrema direita.

“Aluna dedicada do guru Olavo de Carvalho, aquele intelectual que tem dúvidas sobre a esfericidade do planeta Terra, a juíza é figurinha carimbada nos canais de comunicação alinhados à extrema direita governista, como Terça Livre, Senso Incomum e Leda Nagle”, diz trecho da notícia.

Fonte: Preto no Branco

Receba as notícias do Vale Comentar no seu WhatsApp Entre no grupo e acompanhe as principais notícias de Juazeiro e região.

Últimas notícias

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Comentários passam por moderação.

Compartilhar no WhatsApp

Parceiros e publicidade

PublicidadeDeputado Juvenilson Passos
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeDestak Nutri Prime
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
PublicidadeJordávio Ramos
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)
PublicidadeVale Empregos (próprio)
PublicidadeZé do Sertão