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Alerta: Local bastante frequentado por banhistas, a “croinha”, em Juazeiro, é área imprópria para banho e pesca

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

Um local bastante frequentado por banhistas, a conhecida “croinha”, nas proximidades da Marinha, em Juazeiro, não é apropriado para banho. Em contato com nossa redação, o advogado juazeirense, Henrique Rosa, chamou atenção dos frequentadores ressaltando  que existem placas sinalizando a proibição de banho na área e alertando para o perigo.

“É o que mais tem – placa de aviso, pois é um dos locais mais fundos do rio”, lembrou o advogado.

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Ele também esclareceu que não há nenhuma intervenção do SAAE na área, como havia suspeitado um leitor do PNB: “O SAAE nunca fez drenagem naquela área, até mesmo porque não precisa. No local faz-se um redemoinho. O lado de Juazeiro é um porto natural, é muito fundo mesmo e não apropriado para banho”, alertou.

Leia também: SAAE combate ligações clandestinas e retoma abastecimento do Park Jatobá e Park Residencial

No domingo (16) uma adolescente de 13 anos morreu vítima de afogamento, enquanto tomava banho no Rio São Francisco, na região conhecida como Croinha. Ela chegou a ser socorrida por pescadores e mergulhadores e encaminhada ao Hospital Regional, onde acabou indo a óbito.

Segundo informações de testemunhas enviadas ao Portal Preto no Branco, assim que perceberam que a adolescente estava se afogando, o socorro foi acionado imediatamente, com chamadas para o SAMU (192), Corpo de Bombeiros (193) e para os números 3611-3000 e 3612-5494. No entanto, nenhuma equipe de mergulho teria sido enviada ao local.

Ainda de acordo com as testemunhas, diante da falta de atendimento especializado, pescadores e mergulhadores da própria comunidade iniciaram as buscas. Após uma varredura na área, a adolescente foi encontrada sem sinais vitais aparentes.

Ao PNB, um banhista fez um apelo às autoridades competentes por medidas urgentes para evitar novas tragédias.

“Há anos ocorrem diversos afogamentos no local e, somente nesta semana, dois casos foram registrados. Apesar da recorrência, não há qualquer providência. O trecho não possui sinalização, não conta com salva-vidas e, mesmo em situações de desaparecimento, nenhum órgão responsável atende de forma eficaz aos pedidos de ajuda”.

Redação PNB 

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