domingo, 8 de novembro
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Juazeiro

AUXÍLIO EMERGENCIAL JÁ – UMA NOVELA DA FOME EM JUAZEIRO

Por Editor Vale Comentar 2 min de leitura

O coletivo de trabalhadores do setor cultural que tem se mobilizado para a criação de um Auxilio Emergencial para os trabalhadores da cultura Juazeiro estão indignação com a publicação do decreto Nº 1.441/2021 que regulamenta a lei que institui o auxílio emergencial Afonso Conselheiro.

Além da falta de transparência e ausência completa de diálogo com o segmento cultural o decreto, evidenciou absurdo desconhecimento da diversidade e da realidade sociocultural presente na Cidade.

PublicidadeDeputado Roberto Carlos

A Gestão, sem conversar com ninguém, descumpre os critérios que previamente havia acordado com o movimento, e estabeleceu uma espécie de “barema” com critérios abusivos, suspeitos e duvidosos para seleção e concessão dos benefícios.

Leia também: SAAE combate ligações clandestinas e retoma abastecimento do Park Jatobá e Park Residencial

Um dos pontos de mais polemica é a discriminação descabida, que tenta colocar os músicos e os demais profissionais dos segmentos culturais, em rota de colisão, privilegiando um segmento, em detrimento dos outros. 

Outro critério abusivo que o barema apresenta, é quando coloca em desvantagem os trabalhadores que foram beneficiados pela lei Aldir Blanc, os quais zeram a pontuação em um dos critérios.

O movimento ressalta que todos os segmentos da cultura foram igualmente afetados pela pandemia e que mesmo na área da música, existe diversos trabalhadores que fazem o segmento acontecer, a exemplo de técnicos de som e de luz, contrarregras, etc. A gestão ignora tal diversidade e estabelece uma espécie de hierarquia entre os fazedores de cultura.

Pondera-se ainda, que os pagamentos dos processos da lei Aldir Blanc, uma lei federal, com recursos federais, foram efetuados ainda em 2020 e os processos demandavam a realização de projetos. O que nada tem haver com a modalidade do auxílio emergencial. Estabelecer essa disparidade é minimamente abusivo para com a classe cultural.

Não bastasse a demora em executar uma lei já aprovada, a Gestão cria burocracias que dificultam mais ainda o acesso dos agentes culturais ao que é seu por direito.

Portanto defendemos a revogação dos pontos abusivos do decreto e que mais celeridade na concessão do auxílio que deveria ser emergencial, para ontem!

Por Raimundo Fábio

Ascom/Coletivo do Artistas de Juazeiro

Receba as notícias do Vale Comentar no seu WhatsApp Entre no grupo e acompanhe as principais notícias de Juazeiro e região.

Últimas notícias

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Comentários passam por moderação.

Compartilhar no WhatsApp

Parceiros e publicidade

PublicidadeDeputado Juvenilson Passos
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeDestak Nutri Prime
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
PublicidadeJordávio Ramos
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)
PublicidadeVale Empregos (próprio)
PublicidadeZé do Sertão