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Bahia: Caminhoneiros baianos poderão aderir à paralisação nacional da categoria

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

Se a situação do país já está ruim com a pandemia do novo coronavírus, aumento da inflação, preços dos alimentos, gás de cozinha e combustíveis nas alturas e a péssima gestão do presidente Jair Bolsonaro, pode se preparar porque a coisa pode piorar ainda mais com uma possível nova greve nacional dos caminhoneiros, a exemplo do que ocorreu em 2018.

Está confirmada uma paralisação dos caminhoneiros em todo o Brasil no dia 1º de fevereiro e os profissionais do volante na Bahia já informaram que poderão aderir ao movimento. A informação foi anunciada pelo presidente da Associação Nacional do Transportadores Autônomos do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, nesta sexta-feira (15/01). Ele ainda criticou o posicionamento do governo, descaso e falta de negociação do presidente Jair Bolsonaro e fez críticas a representação da categoria.

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Stringasci destacou que a principal pauta dos caminhoneiros está relacionada aos preços dos combustíveis. “A questão primordial é a do combustível. O preço está um absurdo, não temos condição de trafegar assim”, sinalizou o representante.

Leia também: SAAE combate ligações clandestinas e retoma abastecimento do Park Jatobá e Park Residencial

Nesta quinta-feira (15/01), o ministro da Infraestrutura do governo de Jair Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, se reuniu com entidades e representantes da categoria para discutir o tema. Stringasci reclamou do fato da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil não ter sido convidada para a discussão.

A única chance dos caminhoneiros recuarem na decisão de realizar a greve em 1º de fevereiro é se o próprio presidente Jair Bolsonaro entrar na negociação, afirmou o presidente da ANTB. “Primeiro lugar pedindo que na reunião o presidente se faça presente, uma vez que todo esse tempo que categoria vem aguardando solução, e que não foi dado, agora quer que o presidente esteja junto”, ponderou.

Segundo ele, a estimativa da Associação é de que 60% da categoria vai aderir à paralisação. Stringasci aproveitou a oportunidade para convocar mais caminhoneiros para aderirem a greve, que a princípio pode ser de 24 horas, mas pode se extender por tempo indeterminado.

Como se diz no popular: “Agora lascou de vez”!

Fonte: Bahia Noticias

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