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Bahia desbanca São Paulo e lidera o país em investimentos em 2025

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

Entre janeiro e agosto, o governo baiano desembolsou R$ 4,12 bilhões em valores liquidados nas áreas social e de infraestrutura

Dados consolidam um período de forte aplicação de recursos no estado – Foto: Reprodução internetPela primeira vez em mais de uma década, a Bahia superou São Paulo e assumiu a liderança nacional em volume de investimentos realizados, de acordo com dados oficiais da Secretaria do Tesouro Nacional (Siconfi) referentes aos primeiros oito meses de 2025.

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Entre janeiro e agosto, o governo baiano desembolsou R$ 4,12 bilhões em valores liquidados nas áreas social e de infraestrutura, ficando à frente de São Paulo, que investiu R$ 3,66 bilhões.

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A marca é histórica, considerando que o orçamento da Bahia é cinco vezes menor que o paulista.

Completam o ranking dos cinco estados que mais investiram o Pará (R$ 3,57 bilhões), Minas Gerais (R$ 3,06 bilhões) e Goiás (R$ 2,88 bilhões).

O governador Jerônimo Rodrigues celebrou o resultado, interpretando os números como um sinal de maior “efetividade na destinação de recursos para atender à população”.

“Isto se traduz nas inúmeras entregas que estamos fazendo na capital e no interior, e significa mais escolas de qualidade, avanços importantes na rede de saúde, mais segurança e melhor infraestrutura em todo o Estado”, afirmou o governador.

Os dados consolidam um período de forte aplicação de recursos no estado. Somando os valores de 2023 e 2024, a Bahia já totaliza R$ 20,2 bilhões em investimentos desde o início da atual gestão, o maior volume já registrado em uma etapa inicial de governo baiano.

O secretário da Fazenda, Manoel Vitório, creditou o desempenho ao planejamento fiscal. Ele destacou o alinhamento entre a contratação de operações de crédito e a pauta de investimentos, o que “assegura os recursos necessários para a manutenção do ritmo forte”.

Além disso, ressaltou que, apesar do volume recorde, a Bahia mantém o equilíbrio das contas públicas, com a dívida em baixo patamar. A relação entre a dívida líquida e a receita corrente líquida do estado recuou de 37% em janeiro para 33% em agosto de 2025.

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