domingo, 8 de novembro
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
Mundo

Britânica de 90 anos é a primeira paciente no mundo a receber a vacina contra o coronavírus

Por Rogenilson Reis 5 min de leitura

Uma britânica de 90 anos se tornou nesta terça-feira (8) a primeira paciente do mundo a receber a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Pfizer e BioNTech, dentro de uma campanha de vacinação iniciada pelo Reino Unido e que deve ser longa e complicada do ponto de vista logístico.

O Reino Unido, primeiro país ocidental que começou a vacinar sua população contra o novo coronavírus, decidiu priorizar os idosos, seus cuidadores e profissionais de saúde.

PublicidadeDeputado Roberto Carlos

Uma britânica de 90 anos se tornou nesta terça-feira (8) a primeira paciente do mundo a receber a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Pfizer e BioNTech, dentro de uma campanha de vacinação iniciada pelo Reino Unido e que deve ser longa e complicada do ponto de vista logístico.

Leia também: Claudia Faissol busca levar registros inéditos de João Gilberto ao cinema

O Reino Unido, primeiro país ocidental que começou a vacinar sua população contra o novo coronavírus, decidiu priorizar os idosos, seus cuidadores e profissionais de saúde.

Margaret Keenan, que completará 91 anos na próxima semana e estava com uma camisa de motivos de Natal, foi a primeira a receber uma dose, pouco depois das 6h30 (3h30 de Brasília) em um hospital de Coventry, região central da Inglaterra.

“Me sinto muito privilegiada por ser a primeira pessoa a ser vacinada contra a Covid-19. É o melhor presente de aniversário antecipado que poderia esperar”, declarou Kenan diante dos fotógrafos e das câmeras de televisão.

Ela está isolada desde o início da pandemia em março e graças à vacina, da qual receberá uma segunda dose em 21 dias, “posso pensar em passar um tempo com minha família e amigos no Ano Novo”, afirmou, de acordo com a agência de notícias britânica Press Association.

O segundo vacinado no país foi um homem chamado William Shakespeare, de 81 anos, que se declarou “muito feliz”. “Não podemos relaxar”

O Reino Unido, país mais afetado da Europa pela pandemia, com mais de 61.400 mortes confirmadas, foi a primeira nação ocidental a autorizar o uso de uma vacina contra a Covid-19.

A Rússia começou a administrar sua vacina, denominada Sputnik V, no fim de semana passado e a China também fornece uma vacina experimental a um grupo reduzido da população. Estados Unidos e União Europeia ainda aguardam a aprovação de suas agências reguladoras.

Nesta jornada que o ministro da Saúde, Matt Hancock, batizou como “dia V”, de vacina… ou vitória, o primeiro-ministro não perdeu a oportunidade de visitar um hospital em Londres e conversar com os primeiros inoculados.

“É incrível observar a vacina, é incrível ver este tremendo impulso para toda a nação, mas não podemos relaxar”, declarou. Ainda “não derrotamos o vírus”, destacou, antes de pedir a todos que aceitem a injeção sem medo.

A vacinação começou apenas em hospitais, 50 no total, devido à necessidade de manter o produto a uma temperatura muito baixa, entre -70ºC e -80ºC.

O país recebeu as primeiras 800.000 doses da vacina Pfizer/BioNTech nos últimos dias, procedentes de laboratórios na Bélgica.

A vacinação acontecerá de acordo com uma ordem de prioridades que começa com residentes e funcionários de casas de repouso, profissionais de saúde e pessoas com mais de 80 anos.

Depois, o programa seguirá por faixas etárias regressivas até os maiores de 50 anos.

As autoridades já alertaram que a maior parte da campanha acontecerá em 2021. O governo espera vacinar todas as pessoas vulneráveis até abril, mas isto dependerá do ritmo de entrega das próximas doses da vacina.

Será “uma corrida de fundo e não de velocidade” alertou o diretor-médico da saúde pública britânica, Stephen Powis.

A rainha e seu marido

O Reino Unido comprou 40 milhões de doses da vacina Pfizer/BioNTech, suficientes para 20 milhões de pessoas porque cada indivíduo deve receber duas doses com 21 dias de diferença.

O número representa menos de um terço de sua população (66,5 milhões), mas o país conta com a autorização em breve de outras vacinas, incluindo a da americana Moderna e, especialmente, a britânica da AstraZenaca/Oxford.

Desta última, as autoridades de saúde britânicas reservaram 100 milhões de doses e como esta pode ser armazenada a uma temperatura de entre 2ºC e 8ºC, a distribuição deve ser mais simples.

O sucesso da vacinação é crucial para o governo Johnson, muito criticado por suas políticas erráticas contra a pandemia e que enfrenta protestos dentro de seu partido (Conservador) contra as severas restrições locais, que entraram em vigor em 2 de dezembro após o segundo confinamento.

Para lutar contra as dúvidas de alguns britânicos a receber a injeção, a rainha Elizabeth II, de 94 anos, e seu marido, o príncipe Philip, de 99, podem ser vacinados em público nos próximos dias. (diariodepernambuco)

Receba as notícias do Vale Comentar no seu WhatsApp Entre no grupo e acompanhe as principais notícias de Juazeiro e região.

Leia também

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Comentários passam por moderação.

Compartilhar no WhatsApp

Parceiros e publicidade

PublicidadeDeputado Juvenilson Passos
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeDestak Nutri Prime
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
PublicidadeJordávio Ramos
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)
PublicidadeVale Empregos (próprio)
PublicidadeZé do Sertão