Caminhoneiros desafiam Bolsonaro e confirmam greve mesmo depois de promessas
A greve de caminhoneiros marcada para o dia 1º de novembro está mantida. A promessa de Jair Bolsonaro de dar um “auxílio-diesel” de R$400 mensais para os trabalhadores autônomos da categoria não agradou e tem sido tratada por lideranças como “esmola”.
“O caminhoneiro não quer esmola, quer dignidade. Para as petroleiras (dão) um trilhão, para o caminhoneiro humilhação”, afirmou ao jornal Estadão Carlos Alberto Litti Dahmer, diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), confirmando que a greve em 1º de novembro está de pé.











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