domingo, 8 de novembro
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Polícia

Colégio Maria Auxiliadora explica que suposto massacre na escola era brincadeira de aluno

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

Nessa segunda-feira (21), alguns pais de alunos do Colégio Maria Auxiliadora ficaram tensos após tomarem conhecimento de um boato que informava sobre um possível massacre de um aluno na unidade escolar. Um jovem compartilhou no WhatsApp alguns conteúdos referentes a violência.

A coordenação da escola teve acesso às mensagens e interviu imediatamente. O aluno foi conduzido à coordenação e seus pais convocados para serem informados sobre o fato, de acordo com nota do Colégio.

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“A família foi assistida pela equipe de psicologia do Colégio, na busca por justificativas para a atitude do adolescente, que alegou se tratar de uma brincadeira, reconhecendo a gravidade e consequência do seu ato”, disse a escola em nota.

Leia também: Polícia prende homem por homicídio e violência doméstica em Petrolina (PE)

Nessa terça-feira (22), o aluno e a família foram novamente atendidos pela equipe pedagógica e de psicologia do Colégio, quando foi definido o afastamento do estudante para que a família possa fazer o acompanhamento do adolescente. “Durante o período, serão reforçadas as medidas de acolhimento aos alunos que foram sensibilizados pelo episódio”, diz a nota.

“A Instituição reforça aos pais, alunos e comunidade que todas as medidas para preservar a integridade física e emocional dos estudantes, professores e funcionários foram e continuam sendo adotadas”.

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Comentários (2)

  1. Perigosa essa atitude da instituição de julgar “brincadeira” a atitude e comportamento do referido aluno. Ademais, se o colégio afirma categoricamente que foi brincadeira, o aluno não precisa de acompanhamento ou tratamento psicológico para refletir sobre esse seu jeito de brincar, né verdade??

    O colégio deveria tratar a questão com mais seriedade, principalmente levando em consideração a “tragédia/crime” ocorrido dentro dela e que ceifou tragicamente a vida da pequena Beatriz Angélica…. Decorridos 04 anos, será que TB consideram o ato resultado de uma brincadeira??
    O Auxiliadora precisa (com urgência) parar de jogar para baixo do tapete as situações graves que ocorrem dentro de seus portões…

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