sábado, 7 de novembro
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Com Lula, Alckmin e Motta, PSB oficializa João Campos na presidência nacional da legenda

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

O Partido Socialista Brasileiro (PSB), sigla do vice-presidente Geraldo Alckmin, oficializou nesse domingo (1º) João Campos na presidência nacional do partido. A oficialização se deu em um evento em Brasília com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidente da Câmara Federal, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).

O prefeito de Recife assume o partido após Carlos Siqueira, em um momento de costuras de alianças e articulações políticas para as eleições de 2026. A CNN apurou que integrantes do PSB apostam na continuidade da aliança com Lula para as eleições de 2026.

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Mais jovem a presidir a Câmara, Hugo Motta disse que a liderança de João Campos à frente do PSB representa a participação da juventude na “boa política”. O prefeito tem 31 anos, é filho do ex-governador Eduardo Campos e bisneto do ex-governador Miguel Arraes, ambos já falecidos.

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Hugo foi recebido no evento deste domingo aos gritos de “sem anistia“. Sem dar detalhes, o presidente da Câmara disse que, no momento, o parlamento tem uma “pauta muito mais produtiva em favor do Brasil” e que o país “não tem tempo a perder”.

Afagos de Lula

Em seu discurso, Lula exaltou Alckmin e também fez afagos a Motta. O petista disse considerar o deputado uma novidade positiva, entre “tantas coisas ruins que nós vivemos”. Segundo ele, os partidos de esquerda tratarão Hugo com zelo.

“Eu considero você uma novidade na política brasileira, independente do partido que você pertence. O seu comportamento, a sua eleição como presidente da Câmara é a demonstração de que, dentre tantas coisas ruins que nós vivemos, começam a acontecer coisas boas”, disse Lula. A declaração se dá na esteira do aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a escalada de tensão entre o governo e o Congresso. A equipe econômica tem dez dias para apresentar uma alternativa. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que, sem essa receita, a máquina pública para.

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