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Comemoração do Dia da Independência da Bahia é marcada por homenagens às mães ancestrais de Juazeiro

Por Rogenilson Reis 3 min de leitura

Em um dia marcado por simbolismo e reconhecimento histórico, a Prefeitura de Juazeiro realizou, nesta quarta-feira (2), no Largo Dois de Julho – conhecido como Praça do Índio –, as comemorações pela Independência da Bahia. A data, que celebra a expulsão definitiva das tropas portuguesas do território baiano em 1823, foi lembrada com uma […]

Em um dia marcado por simbolismo e reconhecimento histórico, a Prefeitura de Juazeiro realizou, nesta quarta-feira (2), no Largo Dois de Julho – conhecido como Praça do Índio –, as comemorações pela Independência da Bahia. A data, que celebra a expulsão definitiva das tropas portuguesas do território baiano em 1823, foi lembrada com uma programação que exaltou a resistência do povo e a força das raízes ancestrais de Juazeiro.

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O evento foi promovido por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, Diversidade, Igualdade Racial e Combate à Fome (SEDES) e da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes (SECULTE). Participaram das comemorações o prefeito de Juazeiro, Andrei Gonçalves, o vice-prefeito, Tiano Félix, lideranças comunitárias, culturais e religiosas do município. O ex-vereador Renato Brandão lembrou do projeto de Lei de 2024, da sua autoria, que institui que o 2 de Julho seja comemorado todos os anos em Juazeiro. “É uma alegria ter conseguido aprovar essa Lei no ano passado, e hoje está aqui, junto com a população, amigos, familiares e autoridades, celebrando esta data tão importante”, ressaltou Brandão.

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Durante a solenidade, o tenor Carlos Lima emocionou o público ao entoar o Hino da Bahia, exaltando o espírito de luta e independência do povo baiano. A estudante Ana Celiny gostou de participar das comemorações da Independência da Bahia, representando os indígenas. “Precisamos celebrar esse momento histórico, a luta do povo baiano e das mulheres foram fundamentais para a independência do nosso estado”, ressaltou a aluna da Escola Municipal Profª Dinorah Abernaz.

Um dos momentos marcantes do evento foi a homenagem às mães ancestrais de Juazeiro, guardiãs dos saberes, das tradições, da cura e da espiritualidade afro-brasileira, para eternizar o legado de Mãe Adelaide, Celina, Flora e Filinha. O Afoxé Filhos de Zaze conduziu o Xirê, uma celebração espiritual da ancestralidade afro-brasileira.

A celebração do 2 de Julho em Juazeiro tem como objetivo preservar a memória histórica, o respeito à diversidade e o fortalecimento da identidade cultural da cidade e de seu povo.

O encerramento da cerimônia foi marcado pela apresentação da fanfarra do Colégio Cívico-Militar CAIC, que reforçou o espírito cívico e cultural desse momento histórico.

Manu Lustosa

Ascom/PMJ

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