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“Dia de paralisação não é dia de folga”: diretor da APLB/Juazeiro convoca população para Greve Nacional contra o desmonte da Educação

Por Editor Vale Comentar 3 min de leitura

Resultado de imagem para paralisaçãoMais um movimento contra o desmonte da educação e as medidas do governo Bolsonaro, está previsto para ser realizado em todo território nacional amanhã (2) e na quinta-feira (3). As manifestações integram uma agenda nacional de greves convocada por entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG).
Em Juazeiro, no norte da Bahia, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) também está apoiando o movimento. Nesta terça-feira (1º), Gilmar Nery, diretor do sindicato, participou do programa de webrádio Palavra de Mulher e convocou trabalhadores em educação das redes estadual, municipal e do interior para o ato.
“O Brasil vive um momento de terror, de ataques à todas as instituições, não só de Educação. É uma situação crítica, mas as mudanças só vêm através do povo. E nós precisamos reagir. Esse desgoverno só pode ser combatido com a reação daqueles que têm o poder de estar na sala de aula, fazendo seu ofício diariamente. Ser professor e não lutar é uma contradição pedagógica”, considerou Nery.
O diretor fez críticas aos profissionais da categoria que, ao invés de somarem forças, se mostram preocupados com a reposição das aulas, que geralmente acontecem em sábados letivos. “Temos que garantir os 200 dias letivos dos alunos, mas temos uma causa maior. Dia de paralisação não é dia de folga. Tem professores que esperam o dia da paralisação para ao shopping e programar sua vida social. Precisamos chamar atenção dos colegas para engajar na luta. Nossa bandeira é a educação”, ressaltou o diretor da APLB que ressaltou ainda a importância dos sindicados.
“O sindicato luta, e outros que são contra o sindicato se beneficiam dessa luta a todo momento. Quando vem um reajuste, todos se beneficiam. E alguns colegas ainda atacam um sindicato que luta e é respeitado em toda Bahia, com mais de 90 mil filiados”, acrescentou Gilmar Nery.
Para o ato em Juazeiro, no primeiro dia, irá acontecer às 9h uma assembleia geral no auditório da APLB, situado no bairro Alagadiço. Já na quinta-feira haverá o ato público, com concentração na Praça Antonílio da França Cardoso, em frente ao Banco do Brasil, também no Centro, às 9h.
O PNB não obteve informações sobre se haverá manifestação na cidade vizinha, Petrolina.
 

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