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Dia do Feirante: Juazeiro movimenta 1.700 feiras por ano com mais de 900 feirantes

Por Rogenilson Reis 3 min de leitura

Em Juazeiro, de segunda-feira a domingo, oito feiras e mercados funcionam em diferentes pontos da cidade, somando cerca de 1.700 encontros anuais que movimentam a economia e a vida das comunidades. Espalhadas por sete regiões da sede do município, elas levam abastecimento para milhares de moradores. O impacto é grande. Para sustentar essa rede, a […]

Em Juazeiro, de segunda-feira a domingo, oito feiras e mercados funcionam em diferentes pontos da cidade, somando cerca de 1.700 encontros anuais que movimentam a economia e a vida das comunidades.

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Espalhadas por sete regiões da sede do município, elas levam abastecimento para milhares de moradores. O impacto é grande. Para sustentar essa rede, a cidade conta com mais de 900 feirantes credenciados pela Autarquia Municipal de Abastecimento/AMA, sem contar os permissionários que atuam em boxes na Central de Abastecimento (Ceasa), a terceira maior do país.

Leia também: Juazeiro: Confira bairros com falta de água neste sábado (07), segundo o SAAE

Entre eles, está Benedito, feirante há mais de 70 anos e lotado há décadas no Mercado Municipal Joca de Souza.

Ao longo das décadas, ele passou por diferentes espaços, chegando ao Joca, onde se consolidou (e hoje é o permissionário mais antigo do mercado). “Fiquei por aqui e nunca me dei mal. Todo mundo gosta de mim e eu também gosto de todos”, diz.

Vale mencionar que, diferente do que muitos pensam, as feiras de Juazeiro vão muito além das frutas, como as famosas uvas e mangas, carro-chefe do agronegócio local. Vestimentas, artesanato, elixires fitoterápicos e outros produtos revelam a cultura e a identidade da cidade, tudo em um só lugar.

“O feirante não é apenas um vendedor. Ele é um guardião da nossa história, da nossa cultura e da nossa economia”, diz Celso Leal, diretor-presidente da AMA.

Odete Santos é uma dessas figuras. Ela trabalha há 48 anos na Feira Livre do Alto da Maravilha. Compartilhando a profissão com marido e filhos, destaca o orgulho que sente da profissão. “Gosto demais do que faço. Trabalho com amor, carinho e dedicação”, conta.

“Tenho clientes que me acompanham há mais de 30 anos e gosto muito de todos”, completa.

Nesse ritmo afetivo, os feirantes têm papel estratégico no abastecimento e fortalecimento econômico do município, destaca Celso. “Cada banca é sinônimo de amizade, mas também de renda, empregos e movimento para o município. Elas merecem todas as homenagens possíveis”, diz.

Texto: Layla Shasta – Ascom PMJ

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