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Política

Em meio a debate para Elmar indicar vice de Jerônimo, Jaques Wagner defende manutenção de chapa eleita em 2022

Por Editor Vale Comentar 2 min de leitura

Diante de novas articulações para eventual aliança do deputado federal Elmar Nascimento com o governo da Bahia e possível indicação para o vice de Jerônimo Rodrigues (PT), o senador Jaques Wagner (PT) reforçou sua posição nesta segunda-feira (30), ao comentar que caminharia com a manutenção da chapa vitoriosa em 2022, com Geraldo Júnior (MDB) como vice mais uma vez na chapa.

Em conversa com jornalistas, o senador – que vai concorrer a reeleição – foi questionado sobre as recentes declarações do ex-ministro Geddel Vieira Lima, um dos articuladores do MDB na Bahia, pressionando Jerônimo a tomar uma decisão. Segundo Wagner, o movimento faz parte do processo de “estica e puxa” dos partidos.

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“Minha posição já é pública do que eu acho. O tripé está montado com governador e dois senadores, a chapa conforme ela foi vitoriosa em 2022. Essa é a minha opinião. Agora é evidente que perto do final da janela partidária, chegando perto da eleição, fica o puxa e estica”, disse.
“Eu acho que eles defendem o direito de manter o vice-governador, que foi importante quando veio. Mas já já isso aí termina, porque o governador vai bater o martelo. Ele é o comandante do processo junto do conselho político. O grupo não trabalha com veto”, emendou.

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O Bahia Notícias revelou neste domingo (30) que Elmar Nascimento esteve reunido no Palácio de Ondina para negociar uma possível composição com o grupo petista. Uma das possibilidades ventiladas foi a indicação de um nome da escolha de Elmar para assumir a vice na disputa de outubro. O nome do deputado estadual Marcinho Oliveira (PRD) seria uma das principais opções, por conta da relação com ambos os grupos e seria um “ponto médio”.

Como resposta, Geddel reagiu afirmando que o MDB não será barriga de aluguel. Nas redes sociais, ele destacou que a legenda está aberta a novos quadros, mas impõe limites quanto à forma de ingresso. “O MDB estará sempre aberto a receber tantos quantos queiram participar como militantes, galgando seus espaços […] mas sempre hermeticamente fechado aos que imaginam que o partido possa se prestar ao papel de barriga de aluguel”, escreveu. Agencia Brasil

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