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Polícia

Envolvido na morte de Mãe Bernadete é preso pela Polícia Civil

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

Ydney Carlos dos Santos, o “Café”, foi localizado em Stella Maris

Mãe Bernadete foi morta no dia 17 de agosto de 2023

Mãe Bernadete foi morta no dia 17 de agosto de 2023 – Foto: Arquivo PessoalO acusado de auxiliar no plano de execução da líder quilombola Maria Bernadete Pacífico, conhecida como “Mãe Bernadete”, foi preso na noite de terça-feira, 23, no bairro de Stella Maris, em Salvador, por policiais civis do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc).

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O criminoso integrava a carta ‘Dama de Ouros’ do Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA). Com ele, também foram apreendidas uma pistola municiada e porções de entorpecentes.

Leia também: Procurado da justiça por HOMICÍDIO é identificado pelo sistema de reconhecimento facial da SSP-BA e capturado em ação conjunta entre CICOM/Juazeiro e a Polícia Militar-25ª CIPM/Casa Nova

Ydney Carlos dos Santos

Ydney Carlos dos Santos| Foto: Divulgação SSP

O acusado, que era alvo de investigações do Denarc, por integrar um grupo criminoso responsável pelo tráfico de drogas na Região Metropolitana de Salvador (RMS), teve o mandado de prisão preventiva cumprido, passou por exames de lesões e segue preso à disposição da Justiça.

Confira o momento da prisão

https://acaopopular.net/jornal/wp-content/uploads/2024/07/preso-da-mae-de-santo.mp4?_=1

O Caso

Mão Bernadete foi morta no dia 17 de agosto de 2023. Os assassinos invadiram o imóvel da líder e executaram com mais de 20 tiros. De acordo com as investigações, dois executores, dois mandantes, um partícipe e um sexto envolvido, que guardou as armas utilizadas no crime e que deu apoio na fuga de um dos atiradores, foram identificados como responsáveis pela morte.

A polícia aponta que a principal motivação foi retaliação de um grupo responsável pelo tráfico de drogas naquela região. Os cinco primeiros foram indiciados por homicídio e o sexto por posse ilegal de arma de fogo, em outro inquérito policial.

Desde o início das investigações, aproximadamente 80 oitivas foram realizadas e 20 medidas cautelares foram solicitadas e deferidas pelo Poder Judiciário. Também foram analisados 14 laudos periciais, entre os quais os que confirmaram que as armas apreendidas foram de fato utilizadas no crime. Além de reconhecimento dos autores por parte das testemunhas, a autoria também foi confirmada por meio da confissão do executor, que apontou o mandante e a motivação.

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