domingo, 8 de novembro
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
Polícia

Exibicionismo em redes sociais ajuda a PF a identificar e localizar golpistas que atacaram Brasília

Por Rogenilson Reis 3 min de leitura

O exibicionismo em redes sociais ajudou a Polícia Federal A identificar e a localizar, no interior de São Paulo, golpistas que atacaram Brasília no domingo (8). Brasília era o destino. Mas, pelo menos oito ônibus citados no relatório da Polícia Rodoviária Federal de São Paulo tinham um endereço em comum na capital federal: a Praça dos Três Poderes. Outros três foram até o QG do Exército.

Um levantamento feito pela produção da TV Globo mostra que pelo menos 123 passageiros de ônibus que saíram de São Paulo em direção a Brasília aparecem na lista de mais de mil pessoas que permanecem presas pelos atos golpistas do dia 8. A maioria saiu da capital. Os outros são de diferentes cidades do interior e do litoral.

PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)

Entre eles, o empresário Kingo Takahashi, do município de Votuporanga. Takahashi aparece num vídeo, publicado nas redes sociais, em frente ao Congresso Nacional, durante a invasão.

Leia também: Procurado da justiça por HOMICÍDIO é identificado pelo sistema de reconhecimento facial da SSP-BA e capturado em ação conjunta entre CICOM/Juazeiro e a Polícia Militar-25ª CIPM/Casa Nova

Em uma foto, Takahashi está deitado numa poltrona vermelha na galeria dos ex-presidentes, que fica no Museu do Senado federal, com os pés apoiados num móvel.

Em depoimento à polícia, o empresário disse que o pessoal que fazia protestos no quartel general do Exército fez uma vaquinha para que ele e outros golpistas pudessem viajar para Brasília. Takahashi afirma que, além do transporte, essas mesmas pessoas pagaram o hotel onde ele se hospedou. O empresário não apontou os nomes nem as características físicas dos organizadores.

Já a veterinária Ana Carolina Isique Guardiéri está na relação de 13 presos que saíram de Birigui, no noroeste do estado. Ela gravou vídeos mostrando a invasão ao Congresso Nacional.

A professora Sheila Mantovanni é de Mogi das Cruzes e está presa com outras 11 pessoas da mesma cidade.

O relatório de inteligência da Polícia Rodoviária Federal mostra que Sheila contratou – por R$2.800 um dos ônibus que foram até Brasília.

Na última quinta (12), a Advocacia-Geral da União incluiu o nome da professora na lista de suspeitos de financiar os atos criminosos em Brasília.

A AGU pediu à justiça que os bens dela e de outras 51 pessoas sejam bloqueados para cobrir os prejuízos causados pela destruição das sedes dos três poderes.

O Jornal Nacional não conseguiu contato com a defesa de Kingo Takahashi e não recebeu resposta da defesa de Sheila Mantovani. A família de Ana Carolina Guardieri não quis se manifestar.

G1 TV Globo Jornal Nacional

Receba as notícias do Vale Comentar no seu WhatsApp Entre no grupo e acompanhe as principais notícias de Juazeiro e região.

Leia também

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Comentários passam por moderação.

Compartilhar no WhatsApp

Parceiros e publicidade

PublicidadeDeputado Juvenilson Passos
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeDestak Nutri Prime
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
PublicidadeJordávio Ramos
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)
PublicidadeVale Empregos (próprio)
PublicidadeZé do Sertão