sábado, 7 de novembro
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
Mundo

Forças Armadas aprovam compra de 35 mil comprimidos de Viagra

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura
Preparativos finais para o desfile de 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios.

Marinha e Aeronáutica afirmaram que medicamento é usado para tratar Hipertensão Arterial Pulmonar, enquanto o Exército não se manifestou

Após virem à tona gastos de mais de R$ 56 milhões com itens como picanha, filé mignon e salmão, as Forças Armadas aprovaram a compra de mais de 35 mil unidades de medicamento utilizado para tratar disfunção erétil, popularmente conhecido como Viagra.

PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)

A informação foi levantada pelo deputado federal Elias Vaz (PSB-GO), a partir do Portal da Transparência e do Painel de Preços do governo federal, e divulgada pela coluna de Bela Megale, no jornal O Globo.

Leia também: Claudia Faissol busca levar registros inéditos de João Gilberto ao cinema

Segundo os dados obtidos pelo parlamentar, foram realizados oito pregões por unidades ligadas aos comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e os programas foram homologados em 2020 e 2021, seguindo válidos neste ano.

De acordo com a coluna, nos processo de compra o medicamento é identificado pelo nome do princípio ativo Sildenafila, composição Sal Nitrato (Viagra), nas dosagens de 25 mg e 50 mg. A Marinha foi o maior destino dos comprimidos, com 28.320 unidades, seguido do Exército, com 5 mil e a Aeronáutica, com 2 mil.

Por meio de requerimento ao Ministério da Defesa, o deputado pediu explicações sobre a compra. “recisamos entender por que o governo Bolsonaro está gastando dinheiro público para comprar Viagra e nessa quantidade tão alta. As unidades de saúde de todo o país enfrentam, com frequência, falta de medicamentos para atender pacientes com doenças crônicas, como insulina, e as Forças Armadas recebem milhares de comprimidos de Viagra. A sociedade merece uma explicação”, argumentou Elias Vaz.

Questionada pela coluna de Bela Megale, Marinha e a Aeronáutica alegaram que a compra do remédio visa o tratamento de pacientes com Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP), “uma síndrome clínica e hemodinâmica que resulta no aumento da resistência vascular na pequena circulação, elevando os níveis de pressão na circulação pulmonar”. Segundo a Marinha, a síndorme “pode ocorrer associada a uma variedade de condições clínicas subjacentes ou a uma doença que afete exclusivamente a circulação pulmonar” e ainda que se trata de uma “doença grave e progressiva que pode levar à morte”. O Exército, no entanto, não respondeu aos questionamentos do jornal.

Receba as notícias do Vale Comentar no seu WhatsApp Entre no grupo e acompanhe as principais notícias de Juazeiro e região.

Leia também

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Comentários passam por moderação.

Compartilhar no WhatsApp

Parceiros e publicidade

PublicidadeDeputado Juvenilson Passos
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeDestak Nutri Prime
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
PublicidadeJordávio Ramos
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)
PublicidadeVale Empregos (próprio)
PublicidadeZé do Sertão