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Gestão Andrei, em parceria com governos Estadual e Federal, resgata legado de João Gilberto e consolida Juazeiro como capital da Bossa Nova

Por Rogenilson Reis 4 min de leitura

A primeira edição do Festival A Bossa, integrado à 27ª edição do Festival Edésio Santos da Canção, transformou a Orla II, de sexta-feira a domingo (30), em um grande palco cultural que reafirmou Juazeiro como referência nacional da Bossa Nova e da música popular brasileira. Durante três noites, o público vivenciou encontros marcantes, homenagens históricas e apresentações que celebraram o legado de João Gilberto e a música popular brasileira.

O prefeito Andrei Gonçalves, acompanhado do vice-prefeito Tiano Félix, dos deputados estaduais Zó e Roberto Carlos, dos vereadores da base aliada, participou de todas as noites e destacou o impacto cultural e simbólico do evento. “Juazeiro vive um novo tempo. O Festival A Bossa agora faz parte do calendário anual da nossa cidade. Tudo isso que aconteceu aqui, não é só música e celebração; é autoestima, é identidade, é a reafirmação do que somos e do que podemos ser. Estamos resgatando a memória de João Gilberto e abrindo espaço para novos talentos, fortalecendo nossa economia, nosso turismo e nosso orgulho cultural”, afirmou.

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O evento reuniu grandes nomes da MPB. Lenine emocionou o público com seus clássicos, seguido por Roberto Menescal e Theo Bial, que elevaram a primeira noite, com um repertório que devolveu a Juazeiro o protagonismo histórico na musicalidade. Outro ponto alto foi a “Bossa Talk Show”, comandada por Armando Pittigliani, que revisitou a trajetória do juazeirense João Gilberto e a história da bossa nova, reforçando sua relevância mundial. A comerciante Patrícia Macêdo resumiu a sensação do público: “Fazia tempo que Juazeiro não vivia algo tão grandioso. A cidade voltou a pulsar cultura”.

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Na segunda noite, Mônica Sangalo abriu o palco homenageando exclusivamente João Gilberto. “Hoje eu me dei ao luxo de só tocar João. Esse público merece”, declarou. Lulu Gilberto, filha do mestre, emocionou ao destacar a importância de cantar na terra do pai. Daniel Jobim reforçou os laços de João com Juazeiro e protagonizou um dueto emocionante com Lulu. O Quinteto Sanfônico encerrou a programação com um show especial para o festival, unindo sanfona e bossa nova em homenagem ao mestre da bossa nova.

A última noite foi marcada por muita emoção e sucesso de público. O cantor Alexandre Leão abriu a programação destacando a importância revolucionária de João Gilberto para a música mundial. “Ele chegou cantando no pé do ouvido da gente. Mudou tudo”. Em seguida Roberta Sá, trouxe ao palco uma apresentação que ficará para sempre na memória dos juazeirenses, com muito samba. “Quando comecei a cantar, foi João quem me apresentou o samba. Para mim, bossa e samba não se separam”, disse.

Os vencedores do Festival Edésio Santos da Canção, também se apresentaram no último dia do evento, e reafirmaram o talento dos artistas da região e de outros municípios, com canções autorais, potentes e cheias de personalidade.

O último show ficou por conta de Vanessa da Mata, que levou a multidão a cantar e vibrar seus maiores sucessos. “Juazeiro tem uma água diferente… é impressionante como daqui nascem tantos talentos únicos, originais, sem cópia”, afirmou.

Quem também prestigiou o último dia do festival foi o jogador juazeirense Petros, que comemorou esse novo momento de Juazeiro. “Quero parabenizar ao prefeito Andrei pelo excelente trabalho em menos de um ano de gestão. A gente percebe as mudanças significativas que vem acontecendo na nossa cidade. O Festival A Bossa é um presente para todos nós e sucesso total. Tenho orgulho e muito amor por Juazeiro e vamos juntos trabalhar por nossa cidade”, finalizou. O prefeito aproveitou para presentear o jogador com uma camisa personalizada e um tênis com a bandeira do município e elementos que representam a região, assinado pelo artista juazeirense Euri Mania.
Realizado pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes, em parceria com o Governo da Bahia, Bahiagás e Governo Federal, o festival consolidou um novo capítulo cultural para o município — um retorno definitivo ao brilho de sua própria história.

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