sábado, 7 de novembro
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia

Jovem aparece vivo no próprio velório e gera caos em cidade

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

Uma história absurda aconteceu durante um velório em Tucumán, na Argentina. Um corpo estava sendo velado quando o suposto defunto chegou na cerimônia e avisou: ‘estou vivo!”. O episódio ocorreu após familiares reconhecerem o corpo com base em roupas e sem exames técnicos, desencadeando uma investigação formal sobre o erro.

O caso começou em 18 de setembro, quando um corpo foi encontrado em Alderetes, província de Tucumán, em circunstâncias inicialmente tratadas como atropelamento. O cadáver foi levado à Morgue Judicial identificado como as iniciais ‘N.N.’, mas uma mãe que procurava pelo filho desaparecido disse reconhecer o jovem pelas roupas e características físicas. A partir desse reconhecimento visual, sem exames de DNA ou impressões digitais, o corpo foi liberado para a família.

PublicidadePrefeitura de Casa Nova

O velório foi marcado para Villa Carmela, onde parentes e vizinhos se reuniram para a despedida. No entanto, a cerimônia tomou um rumo inesperado quando o próprio jovem, de 22 anos, entrou no local e declarou estar vivo. Testemunhas relataram correria, gritos e desmaios diante da cena inacreditável. Em depoimento posterior, o rapaz contou que havia passado dias em Alderetes consumindo drogas e não teve contato com a família, sem imaginar que estava sendo velado como morto.

Após a confusão, autoridades recolheram o corpo que estava no caixão e reabriram a investigação para identificar corretamente a vítima. A Morgue Judicial informou que já localizou os verdadeiros familiares do falecido e deu início aos trâmites de restituição. O caso ganhou contornos ainda mais delicados quando uma segunda família denunciou ter sido levada a reconhecer outro corpo errado na morgue, desta vez de um jovem chamado Enrique Acosta, desaparecido na região.

O Ministério Público da província, por meio do promotor Carlos Sale, classificou o caso como homicídio culposo e determinou apuração rigorosa das falhas institucionais. As investigações buscam esclarecer por que o corpo foi entregue sem perícia adequada e quem autorizou os reconhecimentos incorretos. O episódio expôs fragilidades no sistema forense e deixou marcas profundas nas famílias envolvidas, além de repercutir em toda a Argentina como símbolo da precariedade dos protocolos de identificação.

Fonte: Correio

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Comentários passam por moderação.

Compartilhar no WhatsApp

Parceiros e publicidade

PublicidadeDeputado Juvenilson Passos
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeDestak Nutri Prime
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
PublicidadeJordávio Ramos
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)
PublicidadeVale Empregos (próprio)
PublicidadeZé do Sertão