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Política

Líder nas pesquisas, Lula articula no RJ palanque que deve refletir na aliança nacional

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

A cada nova pesquisa de intenção de voto à disputa presidencial de 2022 fica mais evidente que o pleito será mesmo entre o presidente Bolsonaro (sem partido), que busca a reeleição, e o ex-presidente Lula (PT), que lidera em todas as amostras.

Além disso, conforme o tempo avança e os números se consolidam, fica cada vez mais difícil a construção da chamada terceira via que, por hora, fica entre os 7% e 5% de Ciro Gomes.

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Com um ano pela frente até a realização do 1º turno, Bolsonaro segue em campanha e o ex-presidente Lula articulando o seu palanque nos principais estados e colégios eleitorais do país, entre eles, o Rio de Janeiro.

Leia também: Ex-petista, Isaac Carvalho declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno

Conhecido por seu pragmatismo, em sua última visita ao Rio, Lula afirmou: “Se há uma coisa que aprendi na política é que você só ganha se tiver 51%, senão perde. Com o que temos aqui nesta sala, não temos 51% e não vamos ganhar. Quem ganha no Rio e em Minas, ganha a eleição”, explicou o ex-presidente.

E as articulações que o líder petista amarrou no Rio devem se refletir no resto do Brasil. Neste momento, Lula quer o prefeito Eduardo Paes, que não vai disputar o Palácio de Guanabara, do seu lado.

Dessa maneira, a configuração político-eleitoral do Rio de Janeiro deve ficar assim: Felipe Santa Cruz, presidente nacional da OAB deve sair candidato ao governo estadual, e Alessandro Molon (PSB) ao senado.

Esse palanque carioca, segundo informações do Estadão, é o que busca o ex-presidente Lula Brasil afora e tem o PSD como chave: de pronto Kassab, o presidente da sigla, almeja filiar e lançar ao Planalto o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (de malas prontas para o PSD) mas, um apoio a Lula não está descartado.

As conversas com o PSD de Kassab envolvem a candidatura de Alexandre Kalil ao governo do estado de Minas Gerais.

Caso o ex-presidente Lula seja bem-sucedido na sua articulação com o PSD, terá Minas e Rio sob controle, e o Nordeste já está consolidado.

Na semana que vem o ex-presidente vai se encontrar com o ex-presidente Sarney, senadores e até mesmo om o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.

Com informações do Estado de S. Paulo

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