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Médico alerta sobre os perigos das altas temperaturas e baixa umidade em Petrolina

Por Rogenilson Reis 3 min de leitura

A exposição prolongada ao calor intenso pode levar a uma série de condições adversas, afetando especialmente crianças, idosos e pessoas com problemas de saúde pré-existentes. Em Petrolina, com temperaturas superiores a 37 °C e a baixa umidade do ar registrada nos últimos dias, o alerta é redobrado.

“É fundamental compreender os riscos associados ao calor extremo e adotar medidas preventivas para garantir o bem-estar de todos. O calor excessivo pode sobrecarregar o sistema cardiovascular, aumentando a pressão arterial e a frequência cardíaca, o que pode ser especialmente perigoso para pessoas com histórico de doenças cardíacas. É fundamental que indivíduos com essas condições fiquem atentos aos sinais de alerta, como dor no peito, falta de ar, palpitações ou tonturas, e procurem atendimento médico imediato caso apresentem esses sintomas durante períodos de calor intenso“, alerta o coordenador médico e cardiologista da UPAE Petrolina, José Roberto Rocha.

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A exposição prolongada ao sol sem proteção adequada pode levar a uma insolação, caracterizada por tonturas, confusão mental, pele vermelha e seca, além de aumento da temperatura corporal. Para evitar essas condições, é essencial buscar ambientes frescos e sombreados, usar roupas leves, chapéus e protetor solar, além de buscar se manter hidratado constantemente.

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O calor excessivo também pode levar à rápida perda de líquidos do corpo, resultando em desidratação. É fundamental beber água regularmente, mesmo sem sentir sede, e evitar o consumo de bebidas alcoólicas ou com cafeína, pois podem agravar a desidratação. Além disso, o sol intenso pode causar queimaduras na pele, aumentando o risco de câncer de pele. Para evitar esse problema, é necessário aplicar protetor solar regularmente, usar roupas que cubram a maior parte do corpo e evitar a exposição solar direta durante os horários de maior intensidade, geralmente entre as 10h e às 16h.

Riscos

Sem falar que a baixa umidade também pode representar riscos significativos para a saúde. Em ambientes com baixa umidade do ar, especialmente durante períodos de calor intenso, ocorre uma maior perda de líquidos corporais, o que pode levar à desidratação mais rapidamente. A baixa umidade também pode afetar as vias respiratórias, causando irritação nas mucosas e aumentando a incidência de problemas respiratórios, como alergias, asma e rinite. “É fundamental reforçar a hidratação, como dito anteriormente, utilizar umidificadores de ar e evitar atividades físicas intensas em ambientes com pouca circulação de ar“, reforça o médico.

É essencial que todos estejam atentos aos sinais de alerta mencionados acima e procurem os serviços de saúde de referência em caso de emergência.

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