Ministério Público se manifesta sobre denúncias de possíveis irregularidades no processo seletivo do SAAE Juazeiro
Procurado pelo Portal Preto No Branco, após denúncias de candidatos que participaram do processo seletivo simplificado do Serviço de Água e Saneamento Ambiental de Juazeiro, sobre supostas irregularidades no certame, o Ministério Público estadual informou que “ainda não foi procurado acerca de demanda coletiva referente ao processo seletivo realizado pelo órgão. A 8ª Promotoria de Justiça de Juazeiro disse ainda que “recebeu apenas uma representação individual contudo, não possui atribuição para demandas individuais”. A Promotoria ressaltou ainda que “está à disposição para receber e investigar qualquer demanda coletiva que venha a ser encaminhada sobre o assunto”. O órgão fiscalizador também informou que “com relação ao SAAE, há na 8ª Promotoria de Justiça de Juazeiro inquérito civil que apura possíveis irregularidades na manutenção de contratos temporários no quadro de pessoal do SAAE”. Confira nota na íntegra: O Ministério Público estadual informa que ainda não foi procurado acerca de demanda coletiva referente ao processo seletivo do SAAE de Juazeiro. A 8ª Promotoria de Justiça de Juazeiro recebeu apenas uma representação individual contudo, não possui atribuição para demandas individuais. A 8ª Promotoria está à disposição para receber e investigar qualquer demanda coletiva que venha a ser encaminhada sobre o assunto. Com relação ao SAAE, há na 8ª Promotoria de Justiça de Juazeiro inquérito civil que apura possíveis irregularidades na manutenção de contratos temporários no quadro de pessoal do SAAE. Também procurado pelo PNB, o SAAE disse que “o processo seletivo foi realizado com transparência e lisura e que todo e qualquer questionamento os participantes podem adotar as medidas, que dispõe dos recursos do edital do certame”.
Reclamações
De acordo com as reclamações, alguns candidatos não alcançaram a pontuação necessária e ainda assim foram convocados. .
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Um participante do certame questionou: “Tem candidato que a pontuação foi 0. O recurso indeferido e mesmo assim foi convocado na primeira lista. Assim foi com muitos nomes. Quem realmente alcançou nota não entrou. É muito ajeitado político. Fiz o processo seletivo e não obtive nota, mesmo com experiência e nível superior. Já o candidato n°- 1457 foi chamada na primeira chamada e este candidato também não pontuou em nenhuma etapa. Além do que no resultado do recurso disse que ele não tem o requisito mínimo para a função, ou seja, o referido candidato não tem nível médio. Então como ele pode ter sido chamada com nota 7,5 se ele não tem o requisito mínimo para a função? E eu que tenho nível superior não ter pontuado nada?”, questionou.
Outros candidatos também levantaram suspeitas de privilégios a alguns participantes, colocando em cheque a lisura do certame.
Confira alguns relatos:
“Tenho experiência na área, tenho todos os documentos, tenho cursos e mesmo assim fiquei com 0. Nem acredito em tal nota. No entanto, comecei a entender que para entrar em cargos assim precisamos na maioria das vezes ser “apadrinhados”.
“Eu fiz, entrei com recurso e nem o meu recurso constava lá”.
“Eu também com bastante experiência em carteira de trabalho. Não passei e nem pontuei”
“Tenho 7 anos de motorista e obtive nota 0. São 2 anos de SAMU e eu coloquei pra motorista, mas a minha nota foi zero e o recurso indeferido. Como pode isso?”
“Erros absurdos, um desastre! O processo seletivo foi tapeação, arrumadinho, porque também passei em 17°, mas já estava trabalhando por contrato emergencial, onde me foi dito que era por enquanto. Não tinha processo seletivo e eles não reincidiram contrato pra que entrasse pelo mesmo. Divulgaram no Diário mas não houve um contato do RH e funcionários. Então, colocaram outras pessoas que não pontuaram e não tinham bagagem( experiência), e demitiram diversos funcionários que já atuavam há anos e com vasta experiência, alegando mentiras e calúnias, tipo: estavam falando mal da prefeita, picuinhas desnecessárias. Porque quem já tinha vínculos com a gestão passada teria que ficar fora por três meses e depois retornar de acordo com a pontuação obtida, mas fizeram isso com uns e outros não, que não é o meu caso, já que estava por contrato emergencial ( provisório ) e passei. Teria que ser chamada e não demitida como fizeram comigo. E mais demissões aconteceram dia 18/11 e só soubemos dia 09/12 eu e mais 5 colegas do mesmo lugar de trabalho. Segundo alegações da prefeitura é que o Ministério Público estava mandando demitir. Mas sabemos que essa não é a verdade, né prefeita?” contou uma candidata.
O Ministério Público deveria anular esse processo seletivo, pois os relatos de irregularidades são muitos. Muita coisa estranha. Seleção de apadrinhados”.
Redação PNB











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