Mitu do Sindicato reforça apoio a categoria dos professores e lamenta situação das estradas vicinais
Durante sessão ordinária desta terça-feira (15) o vereador Mitu do Sindicato (PCdoB) reforçou seu apoio a categoria dos professores da rede municipal que ensino que estão na segunda paralisação de 72 horas reivindicando o pagamento do reajuste de 33,24%.
“Quero lembrar que o piso salarial dos professores não foi Bolsonaro quem deu, ele não é bonzinho como se imagina. Isso é uma conquista dos professores em lei. Durante os 12 anos de governo do PCdoB esse reajuste foi concedido na íntegra, e hoje nos deparamos com um governo que nem aceita conversar com a categoria. Ontem, nós vereadores e a APLB fomos recebidos em uma reunião, isso porque descobrimos o local onde estava sendo realizada, e assim conseguimos participar. O que parece que este governo não gosta de professor”, lamentou o vereador.
“Se passou um ano com pandemia, os alunos com aula remota, e ainda existe uma preocupação dos pais de alunos devido a qualidade do aprendizado. Juazeiro é o único luga do Brasil hoje que as aulas vão iniciar de maneira remota. Temos um governo que não pagou o auxilio tecnológico, não fez o rateio do Fundeb, deixou para fazer reforma nas escolas no período de inicio das aulas, não tem licitação para transporte. A licitação para a compra da merenda não foi publicada. Na escola Rural de Massaroca, a secretária [Normeide] esteve no local no ano passado anunciando reforma, pois até agora não fez porque no local vai também construir uma padaria. Nunca vi um governo gostar tanto de pão, no ano passado foram mais de R$ 2 milhões de pães. As aulas não começaram por vão construir uma padaria”, disse vereador.
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“A mesa de negociações está aberta e não podemos abrir mão do direito dos professores. (…) Temos uma outra preocupação não existe licitação para o transporte escola, a secretária nos disse na mesa de negociações ontem que não precisa de transporte, sendo que logo depois questionamos sobre a situação do interior “, relatou.
Mitu abordou a situação das estradas. “A máquina chegou no Salitre no dia 25 de janeiro e até agora só foi feito 8 km de estrada com serviço de péssima qualidade. As estradas de acessos para Alfavaca e região da Baraúna estão destruídas. Na Massaroca tem um maquinário alugado com o cara trabalhando no dia que quer colocando aterro aonde quer. No caminho de sua roça, ele coloca cascalho e no caminho da roça de Anibal ele coloca areia”.
O Vereador convidou os colegas que fazem parte da Comissão de Agricultura na Câmara para fazerem visitas nas comunidades do interior “para ver de perto a situação. Vamos pegar um final de semana entrando pelo Salitre temos que retornar para chegar a região de Juremal porque não existe estrada. Não podemos nos calar, as aulas presenciais tem que começarem e para isso é necessário cumprir o plano de cargos e carreira e pagar o reajuste de 33,24%”, concluiu.











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