domingo, 8 de novembro
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeZé do Sertão
Política

“Não devo nada a órgão fiscalizador nenhum”, afirma ex-prefeito Paulo Bomfim sobre Operação Carga Viral

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

Após a Polícia Federal deflagrar, nesta terça-feira (11), a Operação Carga Viral, que investiga suspeita de fraudes na aquisição de máscaras e kits de testes rápidos para Covid-19 no ano passado, o ex-prefeito de Juazeiro, Paulo Bomfim, declarou que está “tranquilo” quanto as investigações.

Em entrevista ao Bahia Notícias, Bomfim disse que não tem o que temer sobre a ação.

PublicidadeDeputado Roberto Carlos

“Minha gestão foi transparente e me deixou tranquilo quando saí. Deixei meu legado e não devo nada a órgão fiscalizador nenhum,” afirmou Bomfim, atualmente assessor do governo do estado.

Leia também: Polícia Militar da Bahia estima 160 mil pessoas em ato político com Lula em Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)

Em nota, a Ascom do ex-prefeito afirmou que ” a gestão municipal à época não se omitiu em realizar os planos de ação de enfrentamento da pandemia, assim como em executar licitações e compras dentro do permitido em lei. Assim sendo, a ex-gestão da Sesau informa que se coloca à disposição dos órgãos de controle e fiscalização para os devidos e necessários esclarecimentos”, diz trecho da nota.

A Operação da PF foi deflagrada na manha desta terça, quando policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão em Juazeiro, na cidade vizinha de Petrolina (PE), Lauro de Freitas e Salvador, a fim de investigar fraudes em procedimentos de dispensa de licitação realizados pelo município de Juazeiro.

A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) investigam supostas fraudes relacionadas à aquisição de insumos destinados ao enfrentamento da pandemia da Covid-19.

Em nota enviada à imprensa, a assessoria de comunicação da PF informa que os elementos colhidos durante a investigação apontaram para fortes indícios de que, em 2020, servidores públicos da antiga gestão da Secretaria Municipal de Saúde fraudaram contratos e elevaram os preços de máscaras de proteção facial e kits de teste rápido para Covid-19 em conluio com empresários. A estimativa é de que eles geram prejuízo de mais de R$ 1 milhão ao erário.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados vão responder pelos crimes de fraude à licitação (art. 90 da Lei 8.666/93) e superfaturamento (art. 96, I da Lei 8.666/93).

Da Redação PRETO NO BRANCO

Receba as notícias do Vale Comentar no seu WhatsApp Entre no grupo e acompanhe as principais notícias de Juazeiro e região.

Leia também

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Comentários passam por moderação.

Compartilhar no WhatsApp

Parceiros e publicidade

PublicidadeDeputado Juvenilson Passos
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeDestak Nutri Prime
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
PublicidadeJordávio Ramos
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)
PublicidadeVale Empregos (próprio)
PublicidadeZé do Sertão