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Natural de Irecê, Débora foi condenada a 14 anos de prisão e vira símbolo do bolsonarismo.

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

Natural de Irecê, a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, 39 anos, ficou conhecida por pichar a estátua em frente à sede do Supremo Tribunal Federal (STF), durante a tentativa de golpe no 8 de janeiro de 2023. Condenada a 14 anos de prisão pelo ministro Alexandre de Moraes.

Ela ficou conhecida pelas imagens que registraram sua pichação utilizando um batom, nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, Débora Rodrigues se tornou um símbolo para bolsonaristas que questionam as penas aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) aos acusados na tentativa de golpe de estado.

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Débora morava em Paulínia, no interior de São Paulo, com o Marido Nilton Cesar dos Santos e os dois filhos do casal, de 6 e 11 anos, até antes da prisão preventivamente em março de 2023, durante a oitava fase da Operação Lesa Pátria, conduzida pela Polícia Federal.

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“Perdeu Mané”A polêmica frase que Débora pichou na estátua “a Justiça”, que fica na frente do prédio do Supremo, ficou conhecida após uma fala do juiz da Corte, Luís Roberto Barroso, responder a manifestantes bolsonaristas que o hostilizaram durante uma visita aos Estados Unidos. Na ocasião Barroso disse que há uma mulher “Perdeu, mané, não amola!”

A cabeleireira afirmou, em novembro do ano passado, que o “calor da situação” fez com que ela agisse sem o domínio de suas faculdades mentais. A fala, no entanto, juntou-se aos autos na quarta-feira (26), após Alexandre de Moraes retirar o sigilo do processo. As informações são da Folha de São Paulo. A cabelereira pediu perdão e disse que o episódio não será repetido.

Com a prisão Débora, as crianças estão aos cuidados pelo marido Nilton, que sustenta a casa com a renda de pintor. Frequentadora da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Débora exercia a profissão de cabeleireira. Segundo os parentes, Débora é uma mulher “Cristã, justa, honesta e que sempre defendeu a família”.

Fonte: Ray Cruz/ Mídia News

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