domingo, 8 de novembro
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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), decidiu se licenciar do cargo. Ele está se tratando de um câncer no sistema digestivo com metástase óssea. O vice-prefeito, Ricardo Nunes (MDB), assumirá a maior prefeitura do país.
 

Por Rogenilson Reis 5 min de leitura

Covas deixou o hospital na semana passada, e está sendo medicado em casa. Sua condição é considerada delicada pelos médicos que o atendem. Ele tem recebido alimentação venosa.
 

Ele foi tratado com quimioterapia e imunoterapia, mas a doença avançou no começo deste ano. Reeleito no segundo turno em novembro passado, o tucano vinha despachando do hospital e de casa, mas agora seu estado inspira mais cuidados.
 

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Nunes, que era vereador, é ligado ao grupo do poderoso presidente da Câmara Municipal, Milton Leite (DEM). Entre tucanos, sua ascensão é vista com reservas, em especial da hipótese de o afastamento de Covas se estender.
 

Leia também: SAAE combate ligações clandestinas e retoma abastecimento do Park Jatobá e Park Residencial

No Palácio dos Bandeirantes, contudo, a avaliação do governo João Doria (PSDB), fiador de Nunes na chapa com Covas em nome de uma aliança maior para 2022, o vice tem recebido elogios por seu desempenho em reuniões e ações recentes na prefeitura.
 

Segundo boletim médico divulgado por sua assessoria na semana passada, o tratamento oncológico do prefeito, com um novo protocolo de quimioterapia em conjunto com imunoterapia, continuaria a ser feito, com aplicações de 48 horas a cada duas semanas.
 

Mas as sessões quinzenais de tratamento a que o prefeito vai se submeter, que deveriam começar já neste fim de semana, foram adiadas. A equipe médica achou melhor esperar os resultados de novos exames e diz esperar retomá-las nesta semana.
 

O câncer do prefeito originou-se na cárdia, uma válvula no trato digestivo, e depois afetou também o fígado. Ele iniciou tratamento ainda em 2019 e evita, desde então, afastar-se de suas funções na prefeitura, limitando suas licenças médicas.
 

Entre outubro de 2019 e fevereiro último, o prefeito fez oito sessões de quimioterapia. As lesões cancerígenas regrediram, mas não desapareceram por completo.
 

Em fevereiro, um novo nódulo no fígado foi descoberto. Na ocasião, a equipe médica disse que o câncer no sistema digestivo que ele trata desde 2019 conseguiu “ganhar terreno”, mas que ainda era menor do que o primeiro encontado há dois anos atrás.
 

No último dia 16, os médicos anunciaram que exames detectaram o surgimento de novos focos de câncer no fígado e ossos do prefeito.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), decidiu se licenciar do cargo. Ele está se tratando de um câncer no sistema digestivo com metástase óssea. O vice-prefeito, Ricardo Nunes (MDB), assumirá a maior prefeitura do país.
 

Covas deixou o hospital na semana passada, e está sendo medicado em casa. Sua condição é considerada delicada pelos médicos que o atendem. Ele tem recebido alimentação venosa.
 

Ele foi tratado com quimioterapia e imunoterapia, mas a doença avançou no começo deste ano. Reeleito no segundo turno em novembro passado, o tucano vinha despachando do hospital e de casa, mas agora seu estado inspira mais cuidados.
 

Nunes, que era vereador, é ligado ao grupo do poderoso presidente da Câmara Municipal, Milton Leite (DEM). Entre tucanos, sua ascensão é vista com reservas, em especial da hipótese de o afastamento de Covas se estender.
 

No Palácio dos Bandeirantes, contudo, a avaliação do governo João Doria (PSDB), fiador de Nunes na chapa com Covas em nome de uma aliança maior para 2022, o vice tem recebido elogios por seu desempenho em reuniões e ações recentes na prefeitura.
 

Segundo boletim médico divulgado por sua assessoria na semana passada, o tratamento oncológico do prefeito, com um novo protocolo de quimioterapia em conjunto com imunoterapia, continuaria a ser feito, com aplicações de 48 horas a cada duas semanas.
 

Mas as sessões quinzenais de tratamento a que o prefeito vai se submeter, que deveriam começar já neste fim de semana, foram adiadas. A equipe médica achou melhor esperar os resultados de novos exames e diz esperar retomá-las nesta semana.
 

O câncer do prefeito originou-se na cárdia, uma válvula no trato digestivo, e depois afetou também o fígado. Ele iniciou tratamento ainda em 2019 e evita, desde então, afastar-se de suas funções na prefeitura, limitando suas licenças médicas.
 

Entre outubro de 2019 e fevereiro último, o prefeito fez oito sessões de quimioterapia. As lesões cancerígenas regrediram, mas não desapareceram por completo.
 

Em fevereiro, um novo nódulo no fígado foi descoberto. Na ocasião, a equipe médica disse que o câncer no sistema digestivo que ele trata desde 2019 conseguiu “ganhar terreno”, mas que ainda era menor do que o primeiro encontado há dois anos atrás.
 

No último dia 16, os médicos anunciaram que exames detectaram o surgimento de novos focos de câncer no fígado e ossos do prefeito.

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