sábado, 7 de novembro
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Perseguição política se intensifica e a bola da vez foi o Capitão Alden

Por Rogenilson Reis 3 min de leitura

Principal aliado de Jair Bolsonaro na Bahia, Capitão Alden afirma que a perseguição política chegou ao seu mandato, reafirma sua atuação na oposição e garante: “Não vão me calar”.

O deputado federal Capitão Alden (PL-BA) divulgou um pronunciamento após ter seu nome citado em uma investigação relacionada a emendas parlamentares e afirmou que passou a ser alvo de perseguição política em razão de sua atuação como opositor do atual governo.

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Segundo o parlamentar, a tentativa de associar seu nome à investigação busca desgastar lideranças alinhadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e enfraquecer vozes de oposição.

“Mais uma vez, tentam desgastar quem está ao lado de Bolsonaro e faz oposição ao atual governo. E, desta vez, escolheram a vítima e a bola da vez: eu”, declarou.

Alden afirmou que já esperava esse movimento em razão de sua atuação política e de pautas que vem defendendo no Congresso Nacional. Entre elas, destacou a defesa da instalação da CPMI do Banco Master, ressaltando que foi o único deputado federal da Bahia a assinar o pedido de criação da comissão.

Durante o pronunciamento, o deputado negou qualquer envolvimento em desvio de recursos públicos e contestou a forma como parte da cobertura jornalística apresentou o caso.

Segundo ele, seu nome consta nos registros oficiais porque foi o parlamentar responsável pela indicação da emenda, procedimento previsto na legislação e registrado no Portal da Transparência.

O parlamentar também afirmou que, após a indicação da emenda, toda a execução dos recursos passa a ser de responsabilidade dos entes beneficiários e dos órgãos competentes, incluindo a apresentação dos projetos, análise técnica, licitações, pagamentos e prestação de contas.

Capitão Alden destacou ainda que continuará exercendo seu mandato com a mesma postura de fiscalização e oposição.

“Defender a Bahia, fiscalizar o poder e fazer oposição tem um preço. E esse preço é a perseguição. Mas não vão me calar. Continuarei denunciando o que considero errado, fiscalizando a aplicação dos recursos públicos, buscando recursos para os municípios e defendendo os interesses do povo baiano”, afirmou.

Ao encerrar sua manifestação, o deputado reforçou que pretende manter sua atuação parlamentar, defendendo que a apuração de eventuais irregularidades ocorra com base em provas e respeitando o devido processo legal.

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