domingo, 8 de novembro
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadeDestak Nutri Prime
Polícia

PF prende prefeito de Água Preta em 2ª fase de operação que mira suspeitos de corrupção

Por Rogenilson Reis 3 min de leitura

A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta terça-feira (5), o prefeito de Água Preta, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, Noé Magalhães (PSB).

O político estava em um prédio de luxo no Recife quando foi preso pela PF, dentro da segunda fase da Operação ‘Dilúvio’, deflagrada pela PF com apoio da Receita Federal (RF) e da Controladoria-Geral da União (CGU), como este Blog postou mais cedo.

PublicidadeDeputado Roberto Carlos

A operação mira suspeitos de integrar uma organização criminosa estabelecida na Mata Sul do Estado de Pernambuco.

Leia também: Polícia prende homem por homicídio e violência doméstica em Petrolina (PE)

A ação conta com a participação de 40 policiais, além de servidores da Receita Federal e da Controladoria-Geral da União, e apura suspeitas dos crimes de corrupção, desvio de recursos públicos, fraudes em licitações, lavagem de dinheiro, agiotagem, entre outros, atribuídos a agentes públicos, servidores, empresários e particulares.

Ao todo, estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, na Região Metropolitana do Recife (RMR) e no município de Palmares, na Mata Sul do Estado.

Operação ‘Dilúvio’

A primeira fase da Operação Dilúvio foi deflagrada no dia 23 de maio deste ano, ocasião em que foram cumpridos 27 mandados de busca e apreensão em diversos endereços ligados ao grupo investigado, localizados nos municípios de Água Preta, Cabo de Santo Agostinho, Catende, Gravatá, Jaboatão dos Guararapes, Palmares, Paulista, Recife e Tamandaré.

Se condenados, os suspeitos alvos da operação podem pegar penas máximas que, somadas, podem ultrapassar 40 anos de reclusão.

O nome da operação, extraído de uma passagem bíblica, faz referência ao meio utilizado por Deus para fazer desaparecer da terra os vícios humanos, no caso presente, a malversação dos recursos públicos.

Passagens aéreas pagas por empresa contratada

A investigação aponta que o prefeito teria contratado emergencialmente uma empresa para prestar serviço de manutenção preventiva dos veículos da frota da prefeitura. Chamou a atenção o fato de a companhia ter sede a mais de 110 km de Água Preta, mesmo com outras empresas prestando o mesmo tipo de serviço na região.

A polícia apurou que há indícios de relações pessoais estreitas entre o prefeito e o proprietário dessa empresa. Os contratos apresentavam indícios de fraude no processo de licitação, com possível superfaturamento.

Além disso, segundo a PF, a empresa contratada custeou despesas como passagens aéreas internacionais em classe executiva para o prefeito e sua esposa. As informações são da TV Jornal.

Receba as notícias do Vale Comentar no seu WhatsApp Entre no grupo e acompanhe as principais notícias de Juazeiro e região.

Leia também

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Comentários passam por moderação.

Compartilhar no WhatsApp

Parceiros e publicidade

PublicidadeDeputado Juvenilson Passos
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeDestak Nutri Prime
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
PublicidadeJordávio Ramos
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)
PublicidadeVale Empregos (próprio)
PublicidadeZé do Sertão