Poetisa juazeirense, Bárbara Pontes lança primeiro livro solo
A poetisa juazeirense, Bárbara Pontes vai lançar o primeiro livro solo “Foto Grafias: retratos de mim”. O livro, nas versões impresso e virtual, estará disponível ao público pela editora CLAE no próximo dia 12 de março, durante a Flijuá – Feira Literária de Juazeiro – BA, que será transmitida através do canal https://m.youtube.com/channel/UC1sZkC12PPMwGLmOs29qDrg.
O livro com poesias inéditas, traz 64 poemas, todos ilustrados com fotografias feitas por Wesley Lopes, com a direção de arte de Cássio Lucena. O leitor também poderá apreciar a obra através da leitura e interpretação em vídeos de 64 personalidades do mundo artístico nordestino. Nomes relevantes como os de Cida Pedrosa, Carla Visi e Antônio Marinho, recitam os versos de Bárbara em bonitas e criativas performances. As participações no livro virtual poderão ser acessadas com um clique na foto, enquanto que no livro impresso através do QR Code.
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Segundo Bárbara, que tem poemas publicados em três coletâneas nos anos de 2018, 2019 e 2020, sua poesia fala de emoções, percepções e sentimentos. “São os meus registros de como penso e sinto o mundo, as relações, a vida”, revela. Para o poeta Lupeu Lacerda, que assina o prefácio, ‘Foto Grafias: retratos de mim’, diz muito da mulher em movimento que é poeta, atriz, bailarina e escritora.
“Em alguns momentos, lendo o livro de Bárbara, me senti como uma pessoa que tivesse encontrado um diário, secreto, e estivesse violando mistérios. É como quando leio o relato da bailarina que diz: “a ausência de movimento, diz muito da coreografia”. Ela diz que escuta o silêncio. Sabe da falta. Da ausência do som na melodia. Leio querendo ver essa bailarina que dança, sabendo do tempo a menos e fazendo desse tempo, um tempo ameno”.
E Lupeu diz ainda que “…O livro inteiro é repleto de amor, e fala de amor como se falasse de um bicho, uma planta, um “espécime que sobrevive a extinção”. E esse amor também flui pela boca da artesã que “tece seus próprios sapatos” e cada pegada desses sapatos…” E arremata, convocando todos a …”Ouvir essa canção de ninar, esse colo, esse ventre, de onde viemos e para onde ficamos em nossas buscas, querendo voltar”.











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