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Polícia Federal avança nas investigações do caso Marielle e oferece proteção a quem colaborar

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

A Polícia Federal avançou nas investigações envolvendo o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. Segundo o blog da Andrea Sadi/G1 apurou, a grande preocupação da PF, hoje, é com a segurança de familiares de investigados que colaboraram, estejam colaborando ou em negociação para auxiliar na apuração.

A PF tem um programa sofisticado de proteção para quem quiser colaborar com investigações e coloca esse aparato à disposição nas tratativas com eventuais colaboradores.

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Nos bastidores, a preocupação é de que haja um movimento para pressionar familiares e amedrontá-los. 

Leia também: Procurado da justiça por HOMICÍDIO é identificado pelo sistema de reconhecimento facial da SSP-BA e capturado em ação conjunta entre CICOM/Juazeiro e a Polícia Militar-25ª CIPM/Casa Nova

No domingo (21), o colunista do jornal O Globo Lauro Jardim publicou informou que Ronnie Lessa estaria colaborando com as investigações. Na terça (23), a PF divulgou uma nota para dizer que há apenas uma colaboração no caso – a firmada por Élcio Queiroz, homologada Superior Tribunal de Justiça (STJ).

No governo Lula (PT), a expectativa é de que o caso Marielle/Anderson seja resolvido ainda no primeiro semestre de 2024.

Uma fonte com acesso às investigações disse ao blog que o caso está num ”ecossistema” de diferentes frentes de crimes no Rio de Janeiro.

Desde que a PF passou a apertar o cerco contra a criminalidade no estado, milicianos passaram a uma guerra particular em busca de domínio de territórios e poder. 

 Um ministro ouvido pelo blog afirma que o nível de envolvimento da milícia e da política surpreende até os mais experientes investigadores.

“Uma coisa lembrando a Colômbia, violência com política”.

As reações da milícia no Rio de Janeiro nos últimos meses, diz essa fonte, é reflexo do avanço das investigações da PF no combate ao crime organizado como um todo.

Há, ainda, a avaliação de que existe um movimento de ”queima de arquivo” entre criminosos.G1 RJ Foto reprodução TV Globo

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