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“Polícia foi recebida a tiros e houve uma sequência de confrontos”, confirma Marcelo Werner, da SSP-BA

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

Em entrevista concedida nesta manhã, ainda no camarote da Polícia Militar, no circuito Barra\Ondina, em Salvador, o blog parceiro Bahia Notícias, o secretário de Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, destacou que os organismos de segurança do estado já tinham informações sobre uma possível invasão de uma facção “em desfavor de outra”, na Fazenda Coutos, bairro da capital.

De acordo com Marcelo Werner, após obter de forma anônima essas informações, “começou-se um trabalho de inteligência para poder verificar aquela denúncia que nos chegou e preparar uma operação policial para averiguar aquela denúncia que se desencadeou na data de ontem”, declarou.

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De acordo com o Secretário havia um disputa de facções por espaço de atuação e “a população reportava violência em razão dessa disputa e violência em desfavor deles mesmo inclusive com a retirada de cidadãos que moram, moradores de suas residências com violência”, comentou.

De acordo com Werner ao chegar ao local “foi recebida a tiros e houve uma sequência de confrontos que culminou ao final na morte de 12 elementos que estavam armados, elementos que tinham, inclusive, invadido horas antes, nos dias anteriores aquela localidade portando armas de grosso calibre. Foram 12 armas apreendidas com esses meliantes, submetralhadoras, pistolas, carregadores, revólveres, balaclavas, rádios de telecomunicação, drogas, balanços de precisão“, destacou.
 
O comandante geral da PM, coronel Paulo Coutinho, indicou que a presença da polícia será intensificada no bairro e afirmou que “a operação realizada foi impostergável”:  “Não continua só em Coutos, em qualquer local que a gente entenda que o estado precisa estar presente, faremos. A definição técnica do ocorrido é insurgência criminal, um grupo que tenta apoderar-se de um território e o estado foi chamado para intervir em virtude, sobretudo, da extrema violência que eles estavam lá, expulsando moradores de suas casas e mantendo reféns“, disse.Da redação redeGN/ Com informações do Bahia Notícias

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