sábado, 7 de novembro
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Polícia

Polícia registra menor número de mortes violentas dos últimos 14 anos na Bahia com ações integradas de inteligência

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

As ações de inteligência e integração das forças de segurança resultaram na redução histórica dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) na Bahia. De acordo com dados da Polícia Civil, o estado registrou, em abril de 2026, o menor número de mortes violentas dos últimos 14 anos, com 256 ocorrências entre homicídios, latrocínios e lesões dolosas seguidas de morte.

O resultado também se reflete no balanço do primeiro quadrimestre deste ano. Entre janeiro e abril de 2026, as Forças Policiais reduziram em 23% os crimes graves contra a vida em comparação ao mesmo período de 2025. Em números absolutos, foram registrados 1.119 casos neste ano, contra 1.449 ocorrências no ano passado.

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O secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, destacou os investimentos realizados pelo Governo do Estado para ampliar a capacidade operacional e de inteligência das forças de segurança.

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“Em 3 anos e 4 meses, o Governo do Estado contratou 9.500 policiais, peritos e bombeiros, além de investir cerca de R$ 1,3 bilhão em novas estruturas, armamentos modernos, equipamentos de inteligência e capacitação”, afirmou.

Inteligência policial amplia combate ao crime organizado

As ações de inteligência também têm ampliado o enfrentamento ao crime organizado interestadual e transnacional. Em 2026, a Polícia da Bahia já capturou seis líderes de facções criminosas que utilizavam a Bolívia como rota para lavagem de dinheiro e esconderijo.

A prisão mais recente ocorreu no último domingo (10), durante a Operação Artemis, quando um casal apontado como líder de facção com atuação na Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco foi localizado e preso.

A operação contou com integração entre forças estaduais e federais, além da atuação conjunta da Interpol e da Polícia Boliviana, fortalecendo o compartilhamento de informações e o combate às organizações criminosas. “O trabalho de inteligência é imprescindível para a localização de lideranças e também na desarticulação das estruturas financeiras das facções”, destacou Marcelo Werner.

Créditos ASCOM SSP

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