sábado, 7 de novembro
PublicidadeZé do Sertão
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia

Presidente do TSE rejeita pedido para barrar filme sobre Bolsonaro antes das eleições

Por Rogenilson Reis 2 min de leitura

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, rejeitou o pedido que buscava impedir o lançamento do filme “Dark Horse”, produção inspirada na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A ação foi apresentada pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG) e por advogados do Grupo Prerrogativas, que sustentavam que o lançamento da obra, previsto para setembro, poderia beneficiar politicamente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato à Presidência da República nas eleições de 2026.

PublicidadePrefeitura de Juazeiro

Os autores argumentaram que a estreia do filme, marcada para menos de um mês antes do primeiro turno, poderia transformar a produção em uma ferramenta de campanha eleitoral, com ampla divulgação em cinemas, plataformas digitais, redes sociais e eventos promocionais.

Leia também: Festival A Bossa anuncia segunda edição em Juazeiro nos dias 27 e 28 de novembro

A representação também questionava o financiamento do longa-metragem pelo empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Segundo a ação, investimentos privados de grande porte poderiam influenciar a disputa presidencial sem constar na prestação oficial de contas de campanha.

Ao analisar o pedido, Kassio Nunes Marques decidiu não entrar no mérito das alegações. O ministro entendeu que os autores não possuem legitimidade processual para apresentar esse tipo de representação perante a Justiça Eleitoral.

Na decisão, o presidente do TSE destacou que a jurisprudência da Corte estabelece que, para contestar eventual propaganda eleitoral de um candidato, o autor da ação deve disputar eleição na mesma circunscrição do representado.

Como Rogério Correia é deputado federal por Minas Gerais e pré-candidato à reeleição no estado, e não a um cargo de abrangência nacional, ele não atenderia ao requisito previsto pela legislação eleitoral. Já o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que também figura como autor da ação, não alegou intenção de disputar as eleições de 2026.

Com isso, o pedido foi arquivado sem análise do conteúdo das acusações envolvendo o filme ou sua forma de financiamento. A decisão, portanto, limita-se aos aspectos processuais e não representa manifestação do Tribunal Superior Eleitoral sobre eventual caráter eleitoral da produção cinematográfica.

Receba as notícias do Vale Comentar no seu WhatsApp Entre no grupo e acompanhe as principais notícias de Juazeiro e região.

Últimas notícias

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Comentários passam por moderação.

Compartilhar no WhatsApp

Parceiros e publicidade

PublicidadeDeputado Juvenilson Passos
PublicidadeDeputado Roberto Carlos
PublicidadeDestak Nutri Prime
PublicidadeGoverno do Estado da Bahia
PublicidadeJordávio Ramos
PublicidadePrefeitura de Capim Grosso
PublicidadePrefeitura de Casa Nova
PublicidadePrefeitura de Juazeiro
PublicidadeRádio Vale Comentar FM (próprio)
PublicidadeVale Empregos (próprio)
PublicidadeZé do Sertão