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Política

Responsável pelo Residencial Novo Mandacaru, Raffani Souza, se manifesta sobre acusações de irregularidade

Por Editor Vale Comentar 3 min de leitura

O responsável pelo empreendimento Residencial Novo Mandacaru, Raffani Souza, encaminhou nota ao Blog Vale Comentar para esclarecer informações sobre a legalidade do projeto e responder às acusações divulgadas recentemente.

De acordo com Raffani Souza, “não há qualquer irregularidade no empreendimento. O projeto possui memorial descritivo, ART/CREA e registro de contratos no RTD do Cartório Petronio Araújo, o que lhe confere validade jurídica”.

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Ele explica ainda que as obras e vendas foram suspensas desde 2022, “não por falhas do empreendimento, mas pela ausência da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), cuja implantação é de responsabilidade da Prefeitura de Juazeiro. Esse problema não é exclusivo do residencial, mas atinge todo o povoado, que já sofre com a deficiência de esgotamento sanitário, sobretudo em períodos de chuva, quando há risco ambiental e sanitário para a comunidade da Barrinha do Cambão”.

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Segundo Raffani Souza, caso o Residencial tivesse dado continuidade às obras sem a ETE, “os transtornos e riscos à população seriam agravados”. Ele também afirma que, “mesmo diante da tentativa equivocada da Prefeitura em enquadrar o projeto, desconsiderando o artigo 756 do Código Civil, o empreendimento adotou medidas mitigadoras para proteger a comunidade, reafirmando seu compromisso socioambiental e sua transparência”.

Em relação às acusações, Raffani declara que já foi protocolada resposta oficial junto à Prefeitura de Juazeiro para que os fatos sejam averiguados pelos órgãos competentes. “Também estamos adotando medidas cabíveis contra o blog que divulgou fake news e contra a própria Prefeitura, que em nota pública alegou irregularidade no projeto, quando desde 2022 já havíamos comunicado oficialmente a suspensão do empreendimento junto à SEMAURB”, destacou.

Raffani Souza também apresentou parecer técnico-jurídico em defesa do Residencial Novo Mandacaru. Ele sustenta que:

  1. O empreendimento possui os documentos exigidos, com validade legal.
  2. Não houve comercialização irregular, já que as atividades foram suspensas voluntariamente em setembro de 2022.
  3. A exigência da Prefeitura de registro em Cartório de Imóveis foi equivocada, pois a lei prevê o registro no RTD.
  4. O direito de defesa foi garantido desde 2022, com diversas manifestações formais.
  5. Os documentos já protocolados foram ignorados pelo Município, demonstrando falha de interpretação da legislação.

Por fim, Raffani Souza conclui que “a denúncia carece de fundamento e deve ser arquivada, com reconhecimento de que a Prefeitura não cumpriu suas condicionantes. O Residencial Novo Mandacaru reafirma sua boa-fé, transparência e compromisso com a coletividade e com o ordenamento jurídico”.

Confira os arquivos abaixo:


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